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A partir deste ano, uma nova parceria, firmada entre o Sindicato dos Contabilistas de Chapecó (Sindicont) e o Senac, capacitará profissionais para atuarem nos escritórios de contabilidade. A meta é ensinar as noções básicas da área para preparar e qualificar mão de obra e, assim, suprir a demanda do mercado, que aguarda por profissionais diferenciados.

O presidente do Sindicont Chapecó, Dalvair Anghében, destaca que a procura por pessoas qualificadas é grande e sobram vagas nos escritórios contábeis, mas nem sempre quem entra consegue atender às expectativas. “A contabilidade é rica em detalhes, mas, principalmente, de muitas mudanças. As leis são alteradas frequentemente, e os profissionais precisam estar preparados para essas constantes alterações”, acrescenta.

O dirigente explica que o curso dará noções de contabilidade, legislação, documentos fiscais, ou seja, os conhecimentos básicos para quem pretende entrar para o mundo dos contadores. Para isso, as duas entidades trabalham na formatação da grade do curso. “Buscaremos professores qualificados e expertises nos assuntos para que a capacitação seja um diferencial aos alunos quando eles entrarem no mercado de trabalho”, avalia Anghében.

A ideia de desenvolver a capacitação foi baseada na parceria do Senac com o Sindicont Concórdia. A analista de Formação Profissional Junior do Senac, Maria Cristina Breda Canal, diz que o projeto de qualificação profissional que vem acontecendo na cidade de Concórdia traz ótimos resultados.

O curso de Auxiliar Financeiro com foco para o setor contábil capacita profissionais para atuarem no apoio operacional dos escritórios de contabilidade da região e acontece em 210 horas/aula. “Os contabilistas aprovam a iniciativa, pois percebem o aproveitamento dos alunos nas empresas com o conhecimento obtido durante o curso”, enfatiza.

Pesquisa mostra o que os brasileiros gostam e detestam no sexo oposto
O que mais atrai no homem? E na mulher? Uma pesquisa revelou, região por região, o que afasta e o que aproxima os sexos opostos.

Cento e vinte mil brasileiros, inscritos num site de relacionamentos, abriram a boca e revelaram o que mais gostam e o que detestam no sexo oposto.

“A pesquisa mostra que as pessoas estão procurando muito em detalhes quem vai ser seu companheiro, essa busca passa por diversos critérios que aparecem ultimamente, antes não eram tão importantes”, explica o diretor-geral do site, Stanlei Bellan.

No “mapa do amor” montado por um site de relacionamentos, os nordestinos e as nordestinas não suportam um companheiro preguiçoso.

No Norte do país, eles e elas querem a mesma coisa: homens e mulheres fogem de gente racista e dão muita importância à vida familiar.

No Centro-Oeste, o segredo é ter bom humor. Quem dá risada, ganha pontos na relação. No Sul, homens buscam mulheres independentes e elas sonham com um parceiro limpinho.

“Higiene é um problema série porque cheiro de cigarro, não ter o hábito de não tomar banho é muito difícil num relacionamento”, afirma a professora de Florianópolis, Vera Lúcia de Oliveira.

No Sudeste, eles estão em busca de afeto e elas querem mesmo um homem com responsabilidade financeira. “Como é que não vai ter estabilidade financeira para assumir uma família, para assumir uma mulher, enfim”, fala a operadora de caixa, Mariana Alves.

Em São Paulo, as mulheres falam quais qualidades admiram nos homens. “Não pode ser avarento, ele jamais pode ter falta de senso de humor e odeio homem fracassado também”, afirma a economista Sandra Barjas.

O que ninguém tolera, no Brasil inteiro, é mentira e traição. Os homens de São Paulo dizem que esperam mulheres mais compreensivas. “Pra gente fazer o nosso churrasco e chegar três, quatro horas da manhã em casa”, brinca o analista de sistemas, André Valente.

Quesito essencial para o grupo aqui é gostar de futebol. “Para saber fazer aquela tabela, entendeu? Fazer o cruzamento, vir cabeceando, tem que ser assim”, explica o analista de sistemas Adriano Silva.

Isso tudo, de preferência, com um largo sorriso no rosto. “Como diz o ditado: mulher com bigode, nem o diabo pode. Não pode ser mal-humorada, senão não dá”, avisa o analista de sistemas Bruno da Silva.

Mas o que todos querem, de norte a sul do Brasil, é sentir o coração bater forte. “Se você encontrar o cara, não der aquela tremedeira, não fica, não é de verdade”, diz a publicitária Renata Sereno.


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