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Parlamentares tiram licença médica para fazer campanha
Sob a orientação de técnicos da Mesa Diretora do Senado, quatro senadores recorreram à licença médica para se afastar da Casa e dar início às campanhas eleitorais nos Estados. Ideli Salvatti (PT-SC), José Agripino Maia (DEM-RN), Raimundo Colombo (DEM-SC) e Garibaldi Alves (PMDB-RN) pediram licença não remunerada para ''interesses particulares'', mas usaram o afastamento médico para garantir a convocação de seus suplentes.
Sem a licença médica, os senadores poderiam ficar até 120 dias fora da Casa para ''interesses particulares''. Como os suplentes só são convocados se o afastamento for superior aos 120 dias, os quatro usaram a brecha no regimento do Senado e apresentaram os pedidos médicos.
O procurador do Ministério Público no TCU (Tribunal de Contas da União), Marinus Marsico, disse que a Casa deve apurar o caso. ''Para pedir licença médica, você tem que estar doente. Licença médica é somente para quando você não pode trabalhar'.'
 

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