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Eles não gostam de ser chamados de nanicos, mas juntos devem ficar com menos de um quarto dos 18 minutos de programa eleitoral gratuito em rádio e TV destinado aos candidatos ao governo do Estado. No Paraná, cinco representantes de pequenos partidos pediram registros de candidatura na Justiça Eleitoral. E prometem quebrar o cenário de polarização existente até agora entre as candidaturas de Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT).
Avanilson Alves Araújo (PSTU), Paulo Salamuni (PV), Amadeu Felipe (PCB), Luiz Felipe Bergmann (PSOL) e Robinson Luis Cordeiro de Paula (PRTB) são os candidatos a governador que vão fazer aparições relâmpagos na telinha a partir de 17 de agosto. Todos juram que são competitivos.
Sem alianças
Dos cinco nanicos, três são comunistas ou socialistas, representantes de pequenos partidos que não conseguiram fazer alianças entre si. "Em 2006, o PSTU compôs uma frente de esquerda com o PSOL e o PCB. Infelizmente neste ano não foi possível fechar a aliança", conta Avanilson Alves Araújo, candidato do PSTU.
Juntos, os cinco nanicos apresentaram um teto de R$ 4,5 milhões à Justiça Eleitoral, o que representa pouco mais de 6% em relação aos R$ 69 milhões da soma dos valores declarados por Beto e Osmar.
 

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