Agricultores de Salto do Lontra são orientados sobre o Mercado Futuro
O Mercado Futuro instrumento moderno de comercialização está permitindo aos produtores e empresas do agronegócio se protegerem das oscilações dos preços dos produtos agrícolas.
Com a intenção de esclarecer como funciona o mercado futuro, a agência do Banco do Brasil de Salto do Lontra reuniu dia 28, na Câmara Municipal, alguns agricultores de Salto do Lontra, Nova Prata do Iguaçu, Nova Esperança do Sudoeste, Santa Izabel do Oeste e Enéas Marques. O Banco do Brasil através do Crédito Rural e Industrial está possibilitando que produtores possam obter ganhas adicionais, participando das altas dos preços ou se protegendo das baixas que ocorram durante vigência das operações contratadas. Os agricultores souberam, por exemplo, que o Banco do Brasil atua na intermediação das operações, representado seus clientes junto a bolsa de mercadoria e também disponibilizando financiamento para compor a margem de garantia, os ajustes diários e os prêmios de opções, necessários para a realização das operações nas Bolsas de Mercadorias e Futuros. O analista, técnico rural Italvaci de Souza, explica a vantagem de o agricultor proteger seu produto através do mercado futuro. “O Mercado Futuro é uma ferramenta no agronegócio que está disponível para os agricultores, para proteger o preço do seu produto, uma vez que a bolsa já teria um valor estimado para ser pago no mês de março por exemplo, e sabendo o custo de produção já saberia que no mês para qual foi firmado o contratado estaria recebendo o valor que correspondesse ao lucro previsto”. O Superintendente Regional do Banco, Sandro Colombo, comenta que a intenção é de oferecer uma opção ao agricultor para proteger o preço do produto na hora de venda. “O Banco do Brasil procura auxiliar todos os produtores com relação a proteção de preço, porque o agricultor tem ficado a mercê da variação dos preços dos produtos internacionais, então ele tem toda uma composição de custo que envolve desde juros, insumos, fertilizantes e transporte e precisa então estar protegido e Banco tem orientado os agricultores neste sentido”.
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