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Minha casa, meu tablet...

Por Fábio Campana

Ora, pois, são os hábitos da política nacional. Em plena campanha de reeleição, a presidente Dilma resolveu acelerar as benesses para o eleitorado. Em uma reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional ampliou a lista de produtos que podem ser comprados pelo programa Minha Casa Melhor, com juros subsidiados pelo Tesouro Nacional.

 

A partir de hoje, os beneficiários do Minha Casa, Minha Vida têm a opção de adquirir também tablets, forno de micro-ondas, móveis para cozinha, estante e rack. Os quatro itens se somam a geladeiras, fogões, lavadoras de roupas, computadores, TV digital, guarda-roupa, cama de casal e de solteiro (com ou sem colchão), mesa com cadeiras e sofá.

 

A linha de crédito do Minha Casa Melhor — operada pela Caixa Econômica Federal —, no entanto, continua sendo de R$ 5 mil. O preço máximo definido para o tablet é de R$ 800; o do micro-ondas, de R$ 350; o dos móveis para cozinha, de R$ 600; e o da estante ou do rack, de R$ 350.

 

Punido

Após a dupla paranaense Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Gilberto Carvalho (Secretaria Geral) abafar o caso Rosemary Noronha, o Palácio do Planalto exonerou o ex-secretário de Controle Interno da Presidência, Jerri Eddie Xavier Coelho. O motivo: Jerri Coelho questionou a atuação da Casa Civil no caso.

 

Mais empregos

O Paraná criou 15.925 empregos em setembro - o maior saldo para o mês nos últimos cinco anos e o segundo melhor de toda a série histórica do Caged iniciada em 2003. O desempenho paranaense é o melhor do Sul e o quarto do País no mês. Nos últimos 12 meses, foram criados 84.654 postos de trabalho. Nos primeiros nove meses deste ano, foram criadas 116.602 vagas. Os dados do Caged foram divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho.

 

Sem palavra

A relação entre PT e PMDB que já não anda boa, se agravou com a minirreforma eleitoral. Ontem, o PMDB não conseguiu votar a matéria, culpou o PT e líder peemedebista Eduardo Cunha (RJ) promete agora obstruir a votação do projeto que renegocia as dívidas de estados e municípios enquanto a minirreforma eleitoral não for votada. “Não votamos nada, vamos obstruir tudo”, disse Cunha. “O PT não tem palavra, só isso.”

 

Grelhado

Marina Silva comeu franguinho grelhado e arroz integral no jantar, segunda, na casa de Eduardo Campos, em Recife. Os dois, como se sabe, são alérgicos a derivados de laticínios e frutos do mar. Mas, como avisa o líder do PSB, Beto Albuquerque, a dupla está vacinada “contra alergia, mau-olhado e baixaria”.

 

Campos aqui

O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, estará em Curitiba no dia 29 de novembro. A vinda do pré-candidato à presidência da República foi anunciada pelo ex-prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), que participou em Brasília da reunião do Diretório Nacional do PSB com os integrantes da Rede Sustentabilidade, entre eles a ex-senadora Marina Silva.

 

Para o público

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), sediado no Rio, ordenou ao BNDES que libere para a imprensa os dados sobre os empréstimos bilionários que concede. A decisão foi tomada pela 6ª turma do tribunal, num processo movido pela Empresa Folha da Manhã, que edita o jornal Folha de S.Paulo.

 

Constitucional

Chamada a opinar nos autos, a Procuradoria Regional da República sustentou a tese segundo a qual o BNDES está submetido ao princípio constitucional da publicidade. Realçou o óbvio: o banco financia empresas privadas com dinheiro público: do Tesouro Nacional e do FAT, o Fundo de Amparo ao Trabalhador.

 

Ufa!

O líder da minoria republicana no Senado, Mitch McConnell, e o líder da maioria democrata, Harry Reid, anunciaram um acordo entre os dois partidos para pôr fim ao impasse que mantém o governo dos Estados Unidos paralisado há 16 dias e arrisca obrigar o Tesouro americano a dar um calote em suas obrigações a partir de quinta-feira – quando vence o prazo para elevar o teto da dívida americana.

 

Acordo

O acordo prevê a reabertura do governo federal até 15 de janeiro de 2014 e aumenta o teto da dívida até 7 de fevereiro do mesmo ano, informam assessores. A aprovação exigiria negociações orçamentárias mais amplas na Câmara e no Senado que precisariam ser concluídas até 13 de dezembro, de acordo com essas fontes. Essas negociações, informam, buscariam reestruturar os cortes automáticos de gastos pelo governo.

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