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Reviravolta no caso da morte de Procurador
Procurador foi assassinado em frente sua residência Divulgação

Prefeito de Chopinzinho foi preso como suspeito de participação

O noticiário regional foi pego de surpresa na manhã de domingo, 22, quando foi confirmada a prisão de seis pessoas, em Chopinzinho, suspeitas de participação na morte do procurador do município, Algacir Teixeira de Lima, de 51 anos.

 

É que entre os presos, está o prefeito da cidade, Leomar Bolzani (PSDB), detido na manhã de domingo, em casa.

Leomar Bolzani foi levado até Pato Branco, município próximo a Chopinzinho onde o prefeito e os demais detidos foram interrogados e estão presos.

O crime foi no dia 16 de março, em frente à casa do procurador. Dias depois, a polícia disse que a morte foi motivada por uma rixa, mas não revelou detalhes.

As prisões dos suspeitos vem sendo feitas desde o dia 18. No domingo, foram mais duas, a do prefeito, que foi decretada pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), já que Bolzani tem foro privilegiado em função do cargo que ocupa, e de mais um outro suspeito. Todos foram levados para a delegacia da Polícia Civil de Pato Branco e prestaram depoimento, conforme informou a Sesp-PR.
Os delegados Meurer e Getúlio de Moraes Vargas que conduzem a investigação, ouviram os depoimentos dos suspeitos.

 

O crime

O procurador foi atingido por disparos de arma de fogo, na manhã do dia 16, ao descer do carro, quando chegava em casa com as duas filhas, no Centro da cidade. Ele chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas morreu a caminho do hospital.

O homem que fez os disparos fugiu por duas quadras a pé e em seguida entrou em um carro, conforme testemunhas contaram à Polícia Militar (PM).

No dia seguinte ao crime, os policiais encontraram o veículo usado pelos criminosos às margens do Rio Iguaçu, entre Chopinzinho e Porto Barreiro.

A proprietária do veículo utilizado na fuga dos autores, apontaram os investigadores, registrou um boletim de ocorrência em Laranjeiras do Sul informando que o automóvel havia sido roubado. A queixa foi feita, no entanto, depois do assassinato, conforme levantou a Polícia Civil.

No dia 18, com o auxílio de imagens de câmeras de segurança, a Polícia Civil identificou e conseguiu prender dois suspeitos. O delegado, Alexander Meurer, contou que os assassinos contratados receberiam R$ 6,5 mil pelo serviço. Deste total, R$ 2,5 mil foram pagos antecipadamente. Entre os primeiros presos, está uma funcionária da Prefeitura Municipal, do setor de Contabilidade, e que segundo informações, teria rixas com o Procurador por assédio moral e humilhação no trabalho.

A Polícia dava conta, em entrevista coletiva na semana passada, que em 24 horas tinha elucidado o crime. Porém, as prisões do prefeito e de mais suspeitos de autoria do crime, deu uma reviravolta na investigação e deixou perplexos os cidadãos de Chopinzinho e de toda a região.

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