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Convenção Empresarial Cacispar: 400 pessoas lotam auditório da Unioeste para a palestra com Gustavo Loyola
Rafael Mello

Convenção Empresarial da Cacispar reuniu empresários de 25 municípios

Cerca de 400 pessoas participaram da XIII Convenção Empresarial da CACISPAR na quarta-feira (15). Com o tema “O momento econômico e sua empresa: Crise ou oportunidade?”, empresários e executivos de Associações Comerciais de 25 municípios de todo o Sudoeste discutiram durante à tarde, em workshops, tributação, investimento, mercado e clientes.

Durante a abertura, Lindones Colferai, presidente da Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais do Sudoeste do Paraná (Cacispar), fez um agradecimento especial aos patrocinadores e apoiadores que ajudaram na grandiosidade do evento. Também agradeceu ao presidente da Faciap, Guido Bresolin Junior, aos diretores da Cacispar, e ao Conselho Permanente de Executivos da Região Sudoeste (COPES), que organizou o evento. “Muito obrigado empresários, executivos das associações, que mais uma vez participam da convenção. Vocês que não se importaram com a chuva, com a instabilidade do tempo e vieram aqui discutir assuntos importantes da nossa economia”, disse o presidente durante a abertura da XIII Convenção Empresarial da Cacispar.

Guido Bresolin Junior, presidente da Federação, destacou sobre a sincronização da Faciap e disse que as associações e as coordenadorias devem continuar avançando em projetos de nível estadual. Guido também falou sobre a atual situação em que o país vive. “Convoco vocês a repensarem o seu dia, na sua casa, sua empresa. A mudança começa conosco. Espero que vocês saem daqui hoje com muito ânimo para enfrentarem os obstáculos do dia a dia”, disse Guido.

Os participantes da convenção também assistiram a uma palestra sobre Inadimplência com Flávio Locatelli, coordenador estadual de acesso a serviços financeiros do Sebrae/PR e, também conheceram os produtos e serviços da Faciap, com o coordenador da Base Centralizadora Faciap de Proteção de Crédito, Edson Araújo Filho.

Antes da palestra mais esperada da noite, os participantes prestigiaram a apresentação cultural com a Orquestra do Festival Internacional de Música Sonata. Os músicos que compõem a Orquestra Filarmônica da Unicesumar de Maringá realizaram várias interpretações e encantaram o público.

Prêmio Mulher Empreendedora da Cacispar

O Prêmio Mulher Empreendedora da Cacispar também foi revelado durante a convenção. A Presidente do Conselho Regional da Mulher Empresária (CRME), Rosane Budine, anunciou as vencedoras.

Ao todo, 29 mulheres de oito municípios concorreram ao prêmio. Onze finalistas estiveram no palco do evento aguardando o anúncio das três vencedoras. Segundo a consultora do Sebrae, Dianalu Almeida Caldato, as 29 mulheres inscritas no prêmio vão ser convidadas a se inscreverem no prêmio nacional.

Rosane Budine agradeceu a confiança do presidente Lindones com o conselho e também do presidente Guido, que tem dado muito apoio a Faciap Mulher. “Pretendemos realizar novamente o prêmio no próximo ano, e atingir cem por cento dos municípios onde existem núcleos e conselhos”, destacou a presidente do CRME.

Premiação: O 1º lugar ficou com Lindacir Boldori, de Honório Serpa; o 2º lugar com Jenifer de Almeida, de Chopinzinho, e o 3º lugar com Regina Comelli, também do município de Chopinzinho.

Palestra com Gustavo Loyola

“Devemos nos preparar para um real fraco.” Disse Loyola durante sua palestra sobre as Perspectivas da Economia Brasileira no auditório da Unioeste, em Francisco Beltrão.

O economista apresentou um parecer sobre como será a economia brasileira nos próximos anos. Segundo o ex-presidente do Banco Central, o Brasil deve se recuperar da “crise” apenas em 2018.

“O ano de 2015 será complicadíssimo, onde o PIB deve ter uma queda de 2,5%. Em 2016 ele volta a crescer. Podemos dizer que entre 2016 e 2018 o crescimento será positivo, porém relativamente tímido”, disse.

De acordo com Loyola, o governo está realizado os ajustes necessários, mas por questão de sobrevivência política. “A economia volta a se recuperar lentamente a partir do ano que vem, mas o ambiente político é de fraqueza, o que reduz drasticamente as chances de reformas estruturais necessárias”.

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