Em duas semanas, Polícia Civil faz 17 operações e prende 115 pessoas
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Em duas semanas, a Polícia Civil do Paraná deflagrou 17 operações policiais que resultaram em 115 pessoas presas e ajudaram a combater e coibir diversos crimes no Paraná.

Os alvos das ações policiais foram os mais diversos possíveis: de estelionato a roubo de máquinas pesadas, de golpes milionários a venda de ingressos do UFC. Além de mais de uma centena de pessoas presas, vários mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

O trabalho das polícias do estado neste período também representou um golpe importante ao tráfico de drogas. Nessas duas semanas foram apreendidas 2,6 toneladas de drogas além de 224 comprimidos de ecstasy. Destes, os oficias da polícia militar tiraram de circulação quase duas toneladas de maconha – 1.822 quilos. Ações da Polícia Civil, tendo o Denarc (Divisão de Narcóticos) comandado algumas delas, apreenderam pelo menos outros 800 quilos de maconha, além de pelo menos 18 quilos de crack e três de cocaína.
“As operações desencadeadas pelas Polícias Civil e Militar são fruto do trabalho de inteligência e um rigoroso processo de investigação. Nossos policiais, em todo o Estado, estão atentos à movimentação das quadrilhas bem como a ação dos traficantes ao interceptar grandes carregamentos de drogas. Estas operações mostram que as nossas polícias estão muito bem preparadas para coibir o crime organizado no Paraná”, avaliou o secretário estadual da Segurança Pública e Administração Penitenciária, Wagner Mesquita.

“A Polícia Civil tem intensificado operações de repressão à criminalidade. Ações que foram utilizadas técnicas diferenciadas de investigação e que resultaram nesse número expressivo de prisões nos últimos dias. Ressalto aqui o empenho de todas equipes envolvidas para que chegássemos a resultados tão satisfatórios”, afirmou o diretor-geral da Polícia Civil, Julio Reis.

Uma das primeiras ações realizadas nestas duas semanas foi conduzida pelo Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), que levou a prisão de um suspeito de pedofilia, em Curitiba.

Houve ainda a operação “Mercúrio”, da Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba, que desarticulou uma quadrilha suspeita de aplicar um golpe de 600 milhões com a venda de um terreno. A operação “GPS” que prendeu 34 pessoas com tornozeleiras eletrônicas suspeitas de uso irregular do equipamento eletrônico e de tentar burlar o sistema de monitoramento para efetuar assaltos. Na terça-feira (26), a operação “Ressurreição” prendeu 13 pessoas suspeitas de aplicar dois tipos de golpe: fraudar a obtenção do seguro DPVAT e o rodízio de empresas funerárias em Curitiba.

A última operação aconteceu na quinta-feira (28), às vésperas do primeiro Atletiba decisivo do Campeonato Paranaense. Os alvos foram integrantes da torcida Os Fanáticos, do Atlético, e nove pessoas foram presas no total. Com elas foram apreendidas facas, um fuzil, uma espingarda de pressão, munições, um bastão de beisebol, uma algema e uma tonfa (bastão de combate). Os suspeitos vão responder por tentativa de homicídio, roubo e dano ao patrimônio público. Se condenados, poderão pegar uma pena de 30 anos de reclusão.

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