Casos de sífilis aumentam no Paraná
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A Secretaria estadual da Saúde começou ontem oficinas sobre sífilis para profissionais de saúde em quatro regiões do Paraná — Curitiba, Londrina, Maringá e Pato Branco.

O objetivo é formar multiplicadores para a prevenção, controle e redução da doença no Estado.

“Os números de sífilis estão cada vez mais altos e isso justifica a necessidade de abordar o tema frequentemente e de atualizar os conhecimentos. Nossos médicos precisam estar prontos para fazer o diagnóstico e tratar a sífilis. Os enfermeiros devem estar aptos a acompanhar e orientar esses pacientes”, diz a chefe do Centro estadual de Epidemiologia, Júlia Cordellini.

A sífilis é uma doença infecciosa dividida em três tipos: adquirida (transmissão sexual), congênita (passa da mãe para o bebê) e em gestantes. Mara explica que a sífilis costuma ser assintomática e, por isso, é importante que as pessoas procurem as unidades de saúde e façam os testes rápidos gratuitamente para verificar a possibilidade de infecção.

No Paraná, em 2016, foram registrados em torno de 4 mil novos casos de sífilis adquirida, 649 casos congênitos e 1.680 casos em mulheres grávidas. “Desde o ano passado, o Paraná foi pioneiro nessas capacitações. Nossa expectativa é fazer com que esses conhecimentos tornem nossos indicadores de sífilis cada vez menores. Queremos diminuir esses números nas três classificações da doença”, completa Júlia.

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