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Aurora Alimentos é a melhor cooperativa do agronegócio
Divulgação

Considerada o terceiro maior conglomerado industrial do setor de carnes e a maior cooperativa de alimentos do Brasil, a Cooperativa Central Aurora Alimentos é a vencedora do prêmio Melhores do Agronegócio 2018 concedido pela Revista Globo Rural e Editora Globo, na categoria Campeã entre as Cooperativas.

A premiação é feita com base em questionário de pesquisa e nas demonstrações contábeis enviadas à Serasa Experian, relativos ao exercício de 2017. O prêmio será entregue no dia 23 de outubro de 2018, em São Paulo (SP).

Próxima de comemorar o cinquentenário (em 2019), a Aurora Alimentos tornou-se uma comunidade formada por mais de 100 mil famílias espalhadas por 500 municípios brasileiros. Com uma capacidade de abate de 18 mil suínos/dia, 1 milhão de aves/dia e um processamento de 1,6 milhão de litros de leite/dia, a cooperativa vem crescendo e levando os seus produtos a mesa de milhares de brasileiros e para mais de 60 países.

Presidida por Mário Laznaster, Neivor Canton (vice-presidente), Marcos Antonio Zordan (diretor de agropecuária) e Leomar Somensi (diretor-comercial), a receita operacional bruta da cooperativa central, em 2017, evoluiu para 8,9 bilhões de reais, com variação positiva de 3,9%, influenciada por dois fatores: o aumento de volumes faturados e a reposição de preços de produtos industrializados, aves e suínos. O resultado do exercício foi de 292 milhões de reais, que corresponde a uma margem líquida de 3,6%.

O vice-presidente da Aurora Alimentos Neivor Canton salienta que esse prêmio reforça a responsabilidade que a cooperativa tem com o trabalho que vem desenvolvendo ao longo dos seus 49 anos. “Isso demonstra que estamos no caminho certo, mas também nos desafia a buscar sempre o melhor. Investimos na qualidade da produção desde o campo até a indústria para oferecer ao consumidor final um produto diferenciado e, também, carne de alto nível para o mercado externo no qual, a cada dia, a Aurora tem ganhado mais espaço”.

Para ele o prêmio é de todas as famílias que, juntas, constroem a história e o sucesso da Aurora Alimentos. “Cooperação é a nossa filosofia de vida. Juntos somos mais fortes e é graças a esse espírito de união que com alegria conquistamos mais esse prêmio”, complementa Canton.

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    Estado deve investir até R$ 314 milhões na conservação das rodovias do Sudoeste em três anos, mas pacote ainda é insuficiente, segundo a associação de municípios

    Da assessoria

    Todas as rodovias estaduais da região Sudoeste estão incluídas em um pacote de obras para conservação da malha viária anunciado pelo governo do Estado em abril. As licitações devem ser realizadas nas próximas semanas e os contratos passam a valer a partir do segundo semestre. São mais de 1.200 km contemplados somente na região e dois tipos de serviços: o Cremep, que consiste na retirada da camada danificada de asfalto e colocação de uma nova, e o Cop, que é um serviço mais básico.

    O pacote prevê investimentos de até R$ 314 milhões em três anos, mas segundo o presidente da Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná (Amsop), Frank Schiavini, a medida somente ameniza as condições de tráfego e não amplia as melhorias nas rodovias. “Nós entendemos que esse valor que o Estado pretende investir é expressivo, mas pelas condições atuais das rodovias deveria ser maior; o Sudoeste precisaria de mais atenção neste ponto, tanto do Estado quanto da União, porque somos uma região que produz muito em termos de agropecuária e todo escoamento da produção e desenvolvimento da região depende de boas estradas”, afirma Schiavini.

    Em todo o Paraná, o programa de conservação de rodovias pretende investir cerca de R$ 3 bilhões. O dinheiro é utilizado somente na manutenção de estradas, como quando a via é danificada por chuvas ou excesso de tráfego, e não contempla ampliações, como a construção de trincheiras, trevos e terceiras faixas.

    Corredor Sudoeste

    A Amsop também acompanha o processo de concessão do chamado Corredor Sudoeste, trecho que liga Realeza (BR-163) a Palmas (BR-153). A preocupação da entidade é em buscar um modelo viável de concessão, que modernize a rodovia e mantenha tarifas de pedágio baixas. “A realidade é que esse trecho é muito violento, só em 2015 mais de 50 pessoas morreram nele, e isso precisa ser mudado. Se a privatização é o único caminho para tornar a rodovia mais segura e moderniza-la, que seja feito de forma responsável e acima de tudo sem tarifas que penalizem os usuários e motoristas do Sudoeste”, diz Frank.

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