Núcleo da Acefb:  Separar o dinheiro pessoal e o da empresa foi tema de encontro on-line

Da assessoria/Acefb

Você, pequeno ou médio empreendedor, ao precisar de dinheiro para a adquirir um produto ou serviço, se pergunta: o dinheiro é meu ou da empresa?

Há casos de empresários que não se dão conta e acabam ficando ‘no vermelho’, simplesmente pela falta de planejamento e gestão empresarial.

 

E para dar suporte aos participantes do programa Brasil Mais Empreendedor em Francisco Beltrão, o Núcleo Idea Mentes Jovens, ligado à Associação Empresarial (Acefb), promoveu na noite de sexta-feira, 10 de julho, encontro on-line com onze participantes do programa. Alex Grasiani e João Paulo Ruaro, do Idea Mentes Jovens, apresentaram o tema “Controle Financeiro, como separar o dinheiro pessoal do dinheiro da empresa”. O Brasil Mais Empreendedor foi criado para capacitar jovens entre 16 e 39 anos, que vivem em situação de vulnerabilidade social, a abrirem seus próprios negócios, em todos os estados do país.

 

“Nosso objetivo foi demonstrar a necessidade de eles fazerem um controle financeiro em suas empresas. Como são jovens empresários e não tiveram base nesse sentido ou graduação que ensinasse essa parte financeira, nós sentimos a necessidade de repassar o nosso conhecimento a eles”, explica João Paulo.

 

Entre as ferramentas para ajudar na hora de ajustar o controle financeiro, João cita o Excel e livro-caixa para registrar as entradas e saídas da empresa. “E como ‘tarefa de casa’, ficou acertado para os participantes apresentarem no próximo encontro, o controle e a gestão financeiro pessoal e profissional referente a um mês”, comenta João.

 

Alex mencionou uma célebre frase do estatístico e escritor norte-americano William Edwards Deming: o que não pode ser medido, não pode ser gerenciado. “Também comentei que, segundo o Senai, uma a cada quatro empresas não passa pelo segundo ano de operação no Brasil e o IBGE levantou que dessas que sobrevivem, 50% não completam cinco anos de existência”. Alex citou exemplos de empresas que fecham as portas devido à falta de gestão financeira e outras que são referência em padrão de controle e gestão. “As cinco principais causas que levam empresas a quebrarem são a falta de conhecimento de mercado, falta de identidade da marca, falta de planejamento financeiro e estratégico e misturar assuntos pessoais com os profissionais”, completa Alex.

 

Depoimentos

Debora Amann, do ateliê Pérolas Encanto: “Gostei de tudo, muito aprendizado pra mim, aprendi muitas coisas principalmente como me organizar melhor”.

 

Tiago Locks, da Locks Prestadora de Serviços e Empreendimentos: “Pra mim está sendo bem proveitoso, até para aprender a questão da parte financeira, que é muito importante não misturar amizade com serviço”.

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