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Construção da PCH Bela Vista avança em várias frentes

Ultrapassada a marca de 50% dos trabalhos executados, as obras da PCH Bela Vista avançam a passos largos.

Recentemente o fluxo do rio Chopim foi desviado e o trecho do leito que ficou seco está sendo preparado com serviços de escavação e limpeza para receber o vertedouro e o trecho da barragem de concreto que falta ser construído até o fechamento na margem direita.

As estruturas do circuito de geração de energia também já ganham forma – o primeiro estágio de concretagem já ultrapassa 70% do total. Esse circuito nada mais é do que o caminho que a água do reservatório vai percorrer para chegar até as turbinas. Os conjuntos de turbinas e geradores compõem as unidades geradoras de energia que são instaladas dentro da chamada casa de força.

Pensando nesse caminho, o primeiro ponto de passagem é a tomada de água, que ficará na margem esquerda do reservatório e já está com as paredes concretadas. Dali, a água segue para as turbinas passando por condutos forçados – grandes tubulações que estão em fase final de montagem.

Casa de força

Segundo a engenheira de obras civis da Copel Carina Pirolli, que acompanha diariamente os trabalhos no canteiro, o próximo grande desafio é a conclusão dos concretos de primeiro estágio da Casa de Força até o final deste mês para que possa ter início?a instalação da ponte rolante – equipamento necessário para a descida do pré-distribuidor da unidade geradora 1. “Temos a nosso favor o fato de que todas as equipes trabalham em diversas frentes, porém de forma integrada para?manter o avanço adequado e cumprir os marcos previstos no cronograma do projeto, sem perder de vista a qualidade dos serviços”, afirma.

Além da casa de força principal, que vai abrigar 3 unidades geradoras - cada uma potência de 9,67 MW - Bela Vista contará com mais uma unidade geradora de 0,48 MW na casa de força complementar que será instalada junto à barragem para gerar energia aproveitando a vazão mínima de água a ser mantida rio abaixo.

“As três turbinas principais são do tipo Kaplan-S jusante, proporcionando um layout simplificado da casa de força, com fácil acesso a todos os componentes no mesmo piso, poucas interfaces com a construção civil são necessárias e na usina complementar temos uma unidade compacta turbina-gerador StreamDiver, indicada para aproveitamentos de baixa queda d’água, a solução oferece um ótimo custo-benefício devido à redução dos custos da construção civil. Ambas são novidades para a Copel”, destaca o engenheiro da Copel Roberto Gorski Filho , responsável pelo projeto e inspeção em fábrica das turbinas e auxiliares.

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