Presidente da Acefb comemora avanço em direção ao Aeroporto Regional do Sudoeste
Tarsizio: região Sudoeste tem muito a crescer. Darce Almeida/Acefb.

Da assessoria/Acefb

O Aeroporto Regional do Sudoeste do Paraná, a ser construído na Linha Buriti, em Renascença, avança mais um passo.

No fim de julho deste ano, o governo do Estado anunciou convênio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística com a SAC (Secretaria de Aviação Civil), ligada ao Governo Federal. Falta ainda a assinatura oficial do convênio. E a notícia foi comemorada pelo presidente da Associação Empresarial de Francisco Beltrão (Acefb), empresário Tarsizio Carlos Bonetti.

 

“Estamos envolvidos nesse processo [da busca e implantação do aeroporto regional], juntamente com muitas instituições e com forças políticas de toda a nossa região. Creio que isso é um fato extremamente relevante, e que a gente deu um passo a mais para que o sonho se torne realidade. É um sonho audacioso, mas é um sonho que nós precisamos continuar trabalhando juntos”, disse Tarsizio. A entidade beltronense tem em seu quadro de associados mais de mil empresas e mais de 25 núcleos empresariais, reconhecida como uma das maiores entidades representativas do Paraná.

 

“Quero parabenizar a todos os envolvidos, em especial o vice-prefeito de Beltrão [Antonio Pedron] e o presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano. A Acefb é uma força que estará sempre junto para que o aeroporto regional se concretize”, completa Tarsizio.

 

Inúmeros benefícios e negócios

Conforme Tarsizio, o transporte de passageiros e o próprio turismo pode crescer significativamente na região Sudoeste com a construção do aeroporto regional. “Mas nós precisamos lembrar do transporte de cargas e que a gente pode se tornar ainda mais uma região produtora, agregando alto valor aos nossos produtos, exportando para o Brasil e o mundo. E também importando produtos para cá. Acredito que nos próximos anos vamos ter uma região ainda mais desenvolvida”.

 

Pandemia, na opinião de Tarsizio

“O nosso setor do agronegócio é muito forte, e consegue alavancar o desenvolvimento do País. Entendo que a nossa região não sentiu muito o impacto econômico da pandemia, é claro que nós temos a construção civil que retomou, além da área moveleira, confecções, metalurgia, enfim uma infinidade de outros segmentos que estão trabalhando com bastante firmeza. Mas não podemos esquecer que sentimos pelas mortes ocasionadas pela Covid, e que em breve tudo isso será resolvido e a gente poderá voltar à normalidade”.

 

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