Quinta, 08 Setembro 2011 17:00

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Novidades – O Jornal Novo Tempo chegará na próxima semana com 48 páginas, todas em cores. Com isso, estamos ampliando espaços para que a região sudoeste se sinta visualizada pelas nossas páginas.


Empreendedorismo, inovação, parceria, associativismo e desenvolvimento nortearão nossas pautas. Estamos fazendo um jornal com a cara do leitor e do anunciante. Além da ampliação no número de páginas, aumento de 50%, os Departamentos comerciais, jornalismo e diagramação estão trabalhando os cadernos especiais para a 9ª ExpoFeira, em Planalto, para o cinqüentenário e a ExpoVizinhos, em Dois Vizinhos e o caderno de Natal e Ano Novo. Venha fazer parte desta inovação. Venha fazer o Novo Tempo!

Lixo – Na semana passada apresentamos a situação da questão do lixo, em todo o Brasil. Parece ser mais dramático do se anuncia. O tempo corre contra e o planeta precisa urgentemente de uma solução para preservar vidas humanas, de rios, de animais, enfim do meio ambiente.  Na região, os municípios encontraram uma saída para a questão do lixo. Praticamente todos os municípios estão doando o lixo a um custo muito alto, sem saber o que é feito e qual a sua destinação, se correta ou não. Para quem compra de graça e ainda recebe um alto valor, é uma mina de dinheiro. É a solução? Até quando?

Lixo 1 – Uma iniciativa louvável é o fim das sacolas plásticas em supermercados, lojas, padarias, farmácias, etc. Os empresários parecem estar conscientes, porém, a população (em partes) acha que há um certo exagero. Porém, em se pensando em futuro e em presente, a medida está correta. Todos devem rapidamente, independentemente de território, adotar esta medida e diminuir a poluição ambiental, começando pelas sacolas plásticas que devem ser trocadas por sacolas retornáveis. Além de economia, teremos melhor consciência ecológica.

SAMU – No período eleitoral, através de uma empurroterapia eleitoral, milhares de ambulâncias de um tal SAMU (não se sabe se fez muitos votos ou não), acabaram sendo derramdas em praças públicas dos municípios, recebendo faixas de boas vindas e de agradecimento para alguns fulanos por viabilizar o benefício, são dor de cabeça para prefeitos, vereadores e um verdadeiro mal-estar para a população que pagou um alto preço pelo benefício. Por falta de sintonia entre prefeituras e governo federal, ambulâncias zero quilômetro do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) estão paradas há quase um ano cidades do interior do Brasil. Os veículos, equipados e avaliados em mais de R$ 120 mil cada, foram entregues entre setembro e outubro do ano passado pelo Ministério da Saúde, mas as prefeituras não tinham preparado a estrutura para operar o Samu. As ambulâncias estão guardadas em pátios de prefeituras e uma verdadeira campanha está sendo desenvolvida para salvar a má versação do dinheiro público. Um grande abacaxi para prefeitos e vereadores e mais um nó no bolso do eleitor que paga impostos. Para piorar, nem bem foi resolvida a situação das ambulâncias, o governo anuncia aos quatro ventos que precisa de um imposto para bancar a saúde, talvez para deixar em cada praça pública do Brasil um botijão de oxigênio para que o povo possa respirar.

SAMU 2 – Se a saúde andasse bem das pernas, mas sem recursos para contratar médicos, paramédicos e motoristas, as prefeituras discutem a formação de um serviço regional, com o rateio das despesas. A entrega das ambulâncias (presente de grego) é apenas a primeira etapa da instalação do serviço. As cidades precisam contratar funcionários e organizar o serviço. O Ministério da Saúde informou que, nas pequenas cidades, são repassados R$ 12,5 mil por mês para a manutenção das ambulâncias, mas a verba só é enviada se o Samu estiver operando. E o problema é tão grave que os prefeitos estão aceitando o “presente”, segundo alguns, sob a ameaça de se não aceitar, perderem “apoios financeiros” no futuro. O que dirão quando vierem defender a nova CPMF?

Fim da bebedeira - Com milhares bares e lojas de conveniência fornecendo bebidas alcoólicas até altas horas da noite e madrugada adentro, a sociedade começa a reagir ao abuso e ao excesso de consumo. Pretendem proibir a comercialização de bebidas alcoólicas em Postos de Combustíveis urbanos, pois nas rodovias federais isso jê é proibido, pelo menos em lei, pois na prática, é outra coisa. Com a medida, lideranças pretendem diminuir as tragédias que o álcool está trazendo para as famílias. Além disso, as bocas de fumo também devem diminuir. É um luta contra os excessos e pela preservação dos bons costumes.

BR 163 – Começa mais uma etapa de serviços de tapa-buracos da Rodovia BR 163, também chamado de Corredor do Mercosul. Com o início das obras, tem quem já esqueceu que a rodovia precisa de uma nova infraestrutura. Daqui alguns meses, todos vão lamentar a situação da rodovia.

Pinhal de São Bento – Os organizadores da 6ª FICOP já estão computando quase cinco mil ingressos comercializados para o show do cantor Amado Batista. Os ingressos estão sendo vendidos em toda a região ao preço de R$ 20,00 e espera-se um público de cerca de 8 mil pessoas.

Melhores - A Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aparecem entre as 300 melhores do mundo, de acordo com o ranking anual da QS World University. Pela primeira vez, a USP figura entre as 200 melhores, ocupando a 169ª colocação. Já a Unicamp aparece em 235º. O ranking é composto pela opinião de 33 mil acadêmicos de todo o mundo além de 16 mil recém-formados. O primeiro lugar é da Universidade de Cambridge, que já havia ocupado o posto no ano passado à frente de Harvard. O Massachussetts Institute of Technology (MIT) foi o terceiro, seguido de Yale e Oxford.

Prepare - O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni (PSDB), declarou segunda-feira (5) que não concorda com o provável aumento salarial para os parlamentares estaduais, dos atuais R$ 20 mil para R$ 22,9 mil, a partir do próximo ano.  A alteração viria a reboque do aumento de 14,79% nos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), previsto na proposta de Orçamento da União para 2012. O "efeito cascata" no Legislativo paranaense representaria um custo adicional de R$ 1,8 milhão aos cofres públicos do Estado, uma vez que os salários dos ministros do STF servem de teto para o funcionalismo público de todo o País, incluindo a remuneração de parlamentares das esferas federal, estadual e municipal. "Eu, particularmente, sou contra. Acho que estamos adequados com nosso salário e não temos nenhum interesse em alterá-lo. Agora, precisamos respeitar a lei, pois não sei como será definido isso", observou Rossoni.

Exemplo - Os deputados paranaenses estão de olho no aumento de 14,79% proposto aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), previsto no Orçamento da União de 2012. O 'efeito cascata' eleva os salários dos senadores, deputados federais, estaduais e vereadores também. Este seria o segundo grande reajuste salarial dos deputados em dois anos. O índice neste período pode chegar a 86%. No final do ano passado, senadores e deputados igualaram suas remunerações a dos ministros. Pela Constituição, os deputados estaduais podem receber até 75% do que ganha o federal. A remuneração dos parlamentares paranaenses passou de R$ 12,3 mil para os atuais R$ 20 mil por mês.

Via e-mail - A Polícia Federal anunciou segunda-feira (5) a criação de um e-mail para receber denúncias da população. De acordo com a PF, o autor do e-mail não precisa se identificar e o sigilo da fonte será preservado. O objetivo do e-mail é criar mais um canal de comunicação entre a população e a Polícia Federal e possibilitar o recebimento de informações mais completas e detalhadas. Pode ser denunciado à PF crimes como tráfico de drogas, contrabando, lavagem de dinheiro, tráfico de armas, crimes ambientais e crimes financeiros. O endereço para denúncias é Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Para refletir - Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo.

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