Raio-X - Jornal Novo Tempo
Quinta, 21 Mai 2015 21:00

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Bomba
A CPI da Petrobras levantou a questão e caiu como uma bomba no meio do povo brasileiro.

Quinta, 06 Novembro 2014 22:00

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Por Sérgio Jonikaites

Bolsa maldita
As eleições aconteceram há poucos dias. A oposição denunciou que o Brasil não andava bem e a situação sustentou que tudo estava sob controle e que o Brasil é o País das maravilhas.

Quarta, 02 Julho 2014 16:02

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Sem traumas

A Copa de poucos e a educação de todos. Principalmente na obediência. Informações de todo o País dão conta de que o clima não é só de festa, mas as TVs e Jornais (grandes) que estão ao lado dos fatos e com equipes em condições de cobrir todos os cantos, optaram ($$$$) por dar toda a atenção para a Copa do Mundo. O Brasil não tem nenhum problema. Aeroportos funcionam certinho, Segurança melhor ainda. Protestos, nem pensar. Afinal de contas, a grande fatia publicitária sai dos cofres governamentais e das grandes redes (multinacionais) e enchem o caixa das empresas de comunicação. Enquanto isso, o povo com Educação aguarda o final da Copa para tentar ser ouvida. Mas que a Copa deu certo, deu. As consequências, só com o tempo.

 

 

Disputa de casais

Os três principais candidatos ao Governo do Estado, dos nove inscritos, formaram casais para a disputa. Requião (PMDB) tem Rosane Ferreira (PV) como vice; Gleisi Hoffmann (PT) tem como vice, Haroldo Ferreira (PDT) e o governador Beto Richa (PSDB) buscou Cida Borghetti (Pros) para fechar a chapa majoritária. Pelo que se vê, até aqui, empate. O desempate ficará por conta do número de partidos nas coligações, do tempo de rádio e TV e é claro, das propostas para os próximos quatro anos.

 

 

Padrão Fifa

Nunca antes na história, houve tantas prorrogações nas oitavas-de-final de uma Copa do Mundo. O jogo foi além do tempo normal, os 90 minutos, em quatro jogos. Assim ocorreu na política. Com dificuldades de costurar uma aliança, Gleisi Hoffmann (PT) só conseguiu achar um vice, no dia 1º de junho (na prorrogação e quase na marca do pênalty). O prazo para a definição dos candidatos havia encerrado dia 30 de junho e os registros podem ser feitos até o dia 05 de julho. A costura passou por uma troca do PCdoB, que deixou a aliança com o PMDB e se bandeou para a aliança com o PT. O sacrifício de completar a chapa majoritária coube ao ex-deputado de Francisco Beltrão, Haroldo Ferreira (PDT). Agora, todos pra campanha. Antes, aquela paradinha no Tribunal Eleitoral para ver se está tudo ok.

 

 

Recomeço

Os municípios da região estão tentando trabalhar na recuperação de estradas que sofreram muitos danos com as pesadas chuvas dos últimos meses. Como a umidade persiste, pois o sol não aparece e o inverno é mais complicado, porque além de chuvoso e frio, tem a neblina e maior nebulosidade, não permitindo que o solo enxugue. Alguns prefeitos relataram que se o tempo colaborar e colocando todo o potencial dos Departamentos Rodoviários, serão necessários de três a cinco meses para recuperar o que já estava pronto. Ou seja, além dos prejuízos, é preciso torcer para que o sol de o ar da sua graça. Diante da situação, mesmo que caótica para alguns, é necessário ter paciência.

 

 

Improbidade

Azar. De quem? Do administrador que permitiu ou do povo que tem que pagar o “benefício”? Um grupo de pessoas aqui da região, se deslocou para outra cidade para cumprir concurso público a que estavam inscritos. Se deslocaram com um veículo cedido pela Prefeitura (patrimônio do povo contribuinte). O veículo foi flagrado pela imprensa, tornou-se notícia e agora, corre um processo contra quem gestiona os recursos e o patrimônio público. Detalhe: se os “beneficiados” forem aprovados, o povo vai pagar o salário deles que querem tranquilidade e segurança econômica. Pode????

 

 

Quartas-de-final

Começa sábado, a antepenúltima etapa da Copa do Mundo 2014. A América está sentindo o BAFHO (Bélgica, Alemanha, França e Holanda) europeu, mas vamos aplicar o ABCC (Argentina, Brasil, Colômbia e Costa Rica) contra eles. Teremos dois clássicos internos. Brasil x Colômbia (pela América) e França x Alemanha (pela Europa) e outros dois jogos de enfrentamento América x Europa (Argentina x Bélgica e Holanda x Costa Rica). Quem leva? América ou Europa? Por enquanto, 4x4.

 

 

20 anos do real

Exatamente 20 anos atrás, o Brasil viu mais uma troca de moeda. O cruzeiro real deu lugar ao real, no ponto culminante de um plano de estabilização elaborado pela equipe do ministro Fernando Henrique Cardoso, chamado em 1993 por Itamar Franco para assumir a pasta da Fazenda. Foi a sétima troca de moeda em 30 anos, e o real não apenas é a moeda mais longeva da história recente do país, mas também aquela cuja introdução obteve mais sucesso na longa luta do Brasil contra a hiperinflação.

Em um país cansado de choques heterodoxos, com sucessivos cortes de zeros e congelamentos de preços, sem falar do absurdo confisco da poupança promovido por Fernando Collor de Mello, o Plano Real foi sendo colocado em prática de modo gradual. Primeiro, veio a criação do cruzeiro real, em agosto de 1993; depois, a introdução da Unidade Real de Valor (URV), em fevereiro de 1994; e, por fim, a substituição da URV pelo real propriamente dito, em 1º de julho de 1994. Mudanças muito menos turbulentas que aquelas dos governos Sarney e Collor, que ainda eram frescas na memória do brasileiro daqueles tempos.

Desde então, diversos ajustes foram sendo realizados: o sistema de bandas cambiais, em que o governo manobrava para manter a cotação do dólar dentro de certos limites, só foi abandonado em 1999, dando lugar ao câmbio livre – foi assim que, em 2002, na esteira do “risco Lula”, o dólar chegou a valer quase R$ 4, e no segundo semestre de 2011 valia cerca de R$ 1,50. Circunstâncias externas, como as crises do México, da Ásia e da Rússia, levaram o governo a aumentar a taxa de juros para impedir ataques especulativos – em algumas ocasiões entre 1997 e 1999, a Selic esteve na casa dos 40%, um patamar inimaginável para os dias atuais. O próprio “tripé macroeconômico” formado por câmbio flutuante, superávit primário e metas de inflação não existia em 1994, tendo sido adotado anos depois.

 

Estabilidade através do real

A estabilidade trazida pelo Plano Real – aliada a outras medidas importantes da época, relacionadas ou não ao plano de estabilização, como a abertura econômica, com redução de impostos de importação – permitiu a muitos brasileiros melhorar seu poder aquisitivo, que era rotineiramente dilapidado pela hiperinflação. A estabilização, a Lei de Responsabilidade Fiscal e o programa de saneamento dos bancos (o Proer) lançaram as bases para que o Brasil, superadas as crises do fim dos anos 90, pudesse crescer de forma consistente, aguentando inclusive as turbulências da última grande crise mundial: uma “herança bendita” que, alimentada pela alta demanda por commodities na década passada, foi muito bem aproveitada pelo governo Lula – o mesmo Lula que, em 1994, chamou o Plano Real de “estelionato eleitoral” e jamais reconheceu ter colhido frutos semeados por seu antecessor na Presidência.

 

Futuro do real

É com preocupação que vemos hoje a equipe econômica do governo Dilma erodindo lentamente o tripé macroeconômico – especialmente no que diz respeito ao superávit primário, com a frequente “criatividade contábil” que abala a credibilidade do Brasil entre investidores internacionais; e às metas de inflação, já que o governo parece se contentar em segurar a inflação para que não ultrapasse o teto de 6,5%, longe dos 4,5% que constituem o centro da meta. Pior: o IPCA segue perigosamente perto do limite máximo aceitável apenas porque preços administrados pelo governo vêm sendo represados; como mais cedo ou mais tarde esses preços precisarão de reajuste, a exemplo do que já começou a ocorrer com a energia elétrica, a inflação pode disparar perigosamente.

Em um Brasil marcado por décadas de hiperinflação, a estabilidade obtidas graças ao Plano Real não pode ser simplesmente vista como certa, um “dado da natureza”: é um trabalho que exige vigilância constante. Acima de posicionamentos partidários, são conquistas importantes que precisam ser preservadas para termos um país definitivamente livre do mal que corrói a renda do brasileiro.

 

 

Para driblar Lei Eleitoral Dilma inaugura obra inacabada

Longe da capital, em uma área restrita para convidados, a presidente Dilma Rousseff inaugurou na terça-feira, 1º, o Arco Metropolitano (BR 493), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Dilma pousou de helicóptero na pista da rodovia, onde foi recebida por operários e ritmistas das escolas de samba Beija-Flor e Grande Rio. Cercada de passistas, a presidente tocou bumbo, reco-reco e chocalho. Foi o segundo dia consecutivo de uma maratona de inaugurações no Estado do Rio, ao lado do governador Luiz Fernando Pezão e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, ambos do PMDB, além de representantes das construtoras Odebrecht, OAS e Queiroz Galvão. O reforço na agenda procura se adaptar à lei eleitoral, que veta a participação de candidatos em inaugurações de obras públicas, a partir deste sábado, 5, quando começa oficialmente a campanha.

Dia 30, a presidente inaugurou um hospital em Saquarema, na Região dos Lagos, e um condomínio de apartamentos populares do Minha Casa Minha Vida, no centro do Rio. A unidade, no entanto, vai funcionar com apenas 20% da sua capacidade. O pleno funcionamento está previsto para setembro, quando Dilma já não poderia participar da entrega.

Na chegada ao evento, o ex-governador Sergio Cabral, do PMDB, e o prefeito de Duque de Caxias, Alexandre Cardoso (sem partido), foram vaiados quando tiveram seus nomes anunciados.

O Arco Metropolitano, iniciado em 2008, consumiu R$ 1,9 bilhão. Embora o governo do Estado anuncie para este mês o início das operações, funcionários do consórcio responsável pela construção afirmaram que ainda há trechos em obra.

 

 

Zé Maria propõe aumento de salários

Primeiro a registrar a candidatura a presidente, o metalúrgico José Maria de Almeida (PSTU), o Zé Maria, propôs no seu programa de governo o aumento geral dos salários e o congelamento de preços. Para o presidenciável – que já disputou o cargo em 1998, 2002 e 2010 -, as medidas têm por objetivo defender os trabalhadores da corrosão do poder de compra com a inflação e os mais pobres do aumento dos preços, sobretudo dos alimentos.

 

Esclarecendo

 

Nos últimos dias, vários prefeitos da região assinaram convênio com o Governo do Estado para o Transporte Sanitário Público. Muito perguntaram do que se tratava. O Transporte Sanitário Público é o transporte de pessoas portadoras de quadro de saúde agudo ou cronicamente enfermas, avaliadas por profissionais de saúde em domicílio ou em unidades de saúde e que não possuem risco imediato de morrer, mas necessita de encaminhamento a outra unidade de saúde, geralmente, de maior complexidade.

Domingo, 15 Junho 2014 14:01

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Pelo menos uma representante do sudoeste está entre os milhares de voluntários a serviço da FIFA e da Copa do Mundo que está em andamento no Brasil.

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Economia em apuros 

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Ibope nas ruas

O Ibope está com seus pesquisadores na rua, deve fechar e divulgar na próxima sexta-feira, 23, uma nova sondagem com os números da corrida presidencial, e também a avaliação dos brasileiros sobre o governo Dilma.

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