Apesar de os riscos de lesões serem agravados se o passageiro não estiver usando o cinto de segurança, a maior parte das pessoas ainda prefere dispensar o equipamento. A vendedora Amanda Ferreira, que usa ônibus esporadicamente, diz que não se lembra de afivelar o cinto quando faz uma viagem de ônibus, mas diz que cumpre a lei quando está num carro de passeio. “A gente acha que no ônibus está segura”, afirma, acrescentando que, se correr o risco de levar multa, mudará o comportamento.
Nada como chegar na garagem de manhã, olhar para o carro e ver que aquele amassadinho na lataria, feito no dia anterior, não está mais lá. Sozinho, o carro “reparou” a batida. Tecnologia como esta pode ainda demorar um pouco para atingir a escala de produção, mas não é mais uma idéia distante da realidade. Tudo graças ao uso da nanotecnologia em materiais para a indústria automobilística.

Período em que a pessoa fica no veículo pode ser usado para outras atividades, como o estudo de línguas estrangeiras

Pais de crianças com até sete anos e seis meses de idade terão de incluir na lista de despesas um item obrigatório para a segurança de seus filhos: o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) acaba de tornar obrigatório o uso da cadeirinha infantil nos bancos traseiros dos veículos de passeio.
Um estudo divulgado pela National Road Safety Foundation, uma fundação que estuda a segurança nas estradas dos Estados Unidos, constatou que dirigir com sono é tão perigoso quanto guiar alcoolizado. Além disso, os motoristas que pegam estradas debaixo de sol forte estão sujeitos a ficar mais cansados, aumentando o risco de acidentes.
Passava das 2h da madrugada quando um grupo de quatro rapazes com ares de 20 e poucos anos deixava o bar Le Roi, no entorno da rua Tabapuã, no Itaim Bibi (zona oeste), com sinais de torpor depois de beber, cada um, oito copos de chope e cerveja, entre uma e outra caipirinha.
Nada como chegar na garagem de manhã, olhar para o carro e ver que aquele amassadinho na lataria, feito no dia anterior, não está mais lá. Sozinho, o carro “reparou” a batida.
Tecnologia como esta pode ainda demorar um pouco para atingir a escala de produção, mas não é mais uma idéia distante da realidade. Tudo graças ao uso da nanotecnologia em materiais para a indústria automobilística.
A nanotecnologia trabalha com estruturas extremamente pequenas, do tamanho de moléculas, o que aumenta a capacidade de manipulação dos materiais. Por isso, os estudos estão voltados na melhoria dos componentes e abragem diversos materiais como metais, tintas, plásticos e vidros — até nos pneus a nanotecnologia é aplicada para o aumento do tempo de retenção da pressão.
Plásticos mais resistentes
No caso do desenvolvimento de veículos, a aplicação dos nanocompostos vive a chamada “primeira onda”, que está concentrada nos plásticos. De acordo com o diretor regional de São Paulo da SAE Brasil (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), Flávio Campos, os carros com projetos de menos de um ano e meio já têm esses materiais.
“O que temos implantado tanto no Brasil quanto fora são materiais plásticos com mais resistência ao calor, mais robustos e, em alguns casos, com ganhos de produção, por causa da redução de custos”, explica Campos.
Primeira onda de inovações está na área de plásticos
As aplicações em plástico são diversas: painéis, carroceria, forraçãoe outros acabamentos. Mas o grande ganho tem sido no compartimento do motor, devido à resistência às altas temperaturas. “A indústria vem substituindo partes metálicas por plástico. No Brasil, ainda não temos essa característica devido a processos internos, mas é uma tendência”, afirma o diretor da SAE.
De acordo com o gerente de desenvolvimento de produtos e mercado da Nova Petroquímica, Cláudio Marcondes, a utilização de nanopartículas de cerâmica é uma das inovações que têm ajudado a melhorar as características dos plásticos.
Pintura à prova de riscos
A onda seguinte aos plásticos é a da pintura, que já está em processo avançado de desenvolvimento. Campos explica que, nesta área, há duas linhas de pesquisa. A primeira trabalha com a resistência a riscos. “Você pode passar um prego na lataria e a pintura não risca”, observa. A outra, é a propriedade de reconstituição, ou seja, o risco na pintura some com o tempo.
“Esta tecnologia está sendo lançada fora do Brasil e é muito cara. Precisaria de uma escala adequada para compensar o custo. Não dá para uma pessoa pagar, por exemplo, R$ 20 mil a mais em um carro só por causa dessa característica”, pondera.
Sobre a nanotecnologia nas tintas, o coordenador de tecnologias entre os vários centros de pesquisa e desenvolvimento da DuPont no mundo com foco no mercado sul-americano de tintas automotivas, José Valdir Guindalini, afirma que ainda não existe um verniz que resista a todos os “ataques”, mas a resistência ao risco já é um grande avanço.
A manipulação das propriedades dos metais já caracteriza uma outra onda de inovações, ainda no início de desenvolvimento. “Existe uma pesquisa na Alemanha que estuda o desenvolvimento de um efeito borracha na chapa de metal, ela amassaria e, depois, voltaria ao estado inicial. Mas é uma pesquisa muito de fronteira ainda”, ressalta Flávio Campos.
Banco bactericida e vidro que escurece
O trabalho com a nanotecnologia abre extenso leque na indústria automobilística. Um exemplo é o uso de nanopartículas de prata em dutos e caixa de ar-condicionado, carpetes e tecidos, com foco no benefício proporcionado pela característica bactericida do material.
Aliás, as propriedades da prata já são exploradas pela indústria têxtil. “A nanoprata mata 90% de fungos, algas e bactérias. A aplicação em fibras de bancos, por exemplo, traria benefícios até a ônibus e metrô”, aponta Cláudio Marcondes.
Em relação aos vidros, as pesquisas vão desde a mudança das propriedades do material até a sua substituição por policarbonato (material sintético). A mais recente inovação, aplicada, por enquanto, apenas em Ferraris, é o vidro eletrocrômico. O diretor-geral da Saint-Gobain Sekurit para Brasil e Argentina, Manuel Corrêa, explica que a tecnologia utiliza uma passagem de corrente elétrica pelo vidro, para que a cor do vidro se adapte de acordo com a necessidade de luminosidade do condutor.
Desafio é conseguir escala de produção
Quem compra um Ferrari, provavelmente terá dinheiro para bancar tecnologias como essas. Entretanto, quase ninguém pode comprar uma Ferrari. Por esse motivo, o maior desafio da indústria automobilística é tornar comerciável tal tecnologia — e isso só é possível com a economia de escala.
É o que já acontece com os plásticos, por isso representa a primeira onda de avanço. Flávio Campos, da SAE, explica que na área de plásticos, os benefícios proporcionados com a tecnologia têm sido maior que o custo de desenvolvimento.
Campos ressalta o alto investimento em pesquisa o caminho para tornar comerciável mudanças em todas as áreas de materiais. E o argumento para isso abrange, inclusive, questões ambientais, já que a nanotecnologia pode facilitar a reciclagem dos componentes e ajudar na redução do peso total do veículo, o que diminui os níveis de emissão de gases poluentes. “O Brasil precisa de mais investimentos nessa área de nanotecnologia, que é muito importante na busca pelo carro barato e mais competitivo mundialmente”, ressalta Campos.

Juliano, instrutor do CFC Dgraauw, Marisangela Tombini, Leandro de Graauw, diretor do CFC Dgraauw, Janete  R Bochi, Chefe da Habilitação do 32º CiretranDia 27 de maio, Marisangela Tombini, esposa do proprietário da garagem de Veículos, Nego Veículos, residente em Ampére realizou o exame prático de direção veicular com veículo adaptado para necessidades especiais.

Marisangela iniciou o processo de habilitação dia 17 de outubro realizando os primeiros exames na 32ª Ciretran de Santa Izabel do Oeste, posteriormente foi encaminhada para exame especial, devido a sua limitação na perna e os peritos indicaram a necessidade de veiculo especial. O Centro de Formação de Condutores DgraauW  realizou todo o acompanhamento desde a capacitação teórica até a prática, dispondo de toda a estrutura, inclusive o veículo especial adaptado com embreagem eletrônica, além de outras adaptações e profissionais capacitados na área  .
A inclusão social é realidade na sociedade, neste caso, através do 32º Ciretran e seus funcionários que foram atenciosos e preocupados em cumprir com o dever sem discriminação e a empresa, como a Auto Escola DgraauW  fazendo o possível para satisfazer as necessidades e os objetivos de seu clientes e amigos.
Parabéns Marisangela por esta conquista.
Um motorista recebeu uma multa de 300 libras (cerca de R$ 982) por colocar uma caixa de cerveja no lugar de seu filho de 5 anos, em Alice Springs, Austrália. A polícia afirma que encontrou a bebida entre dois adultos no banco de trás do carro com a criança sentada no chão.

O policial Wayne Burnett diz que ficou “chocado e apavorado” quando parou o veículo na estrada. De acordo com o agente, a caixa com 30 latas de cerveja estava com o cinto de segurança no banco e a criança no chão. “Eu nunca vi isso antes, é a primeira vez que cerveja é considerado prioridade sobre uma criança”, disse Burnett. Ele parou o veículo para checar se eles contrabandeavam álcool em uma área aborígene, o que é proibido.
O motorista foi multado por andar em um veículo sem registro e por não colocar cinto de segurança na criança.

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