As vistorias de veículos realizadas no Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) vão ficar mais modernas, seguras e rápidas.


Em nota á imprensa, o Fórum Nacional do Transporte discorda da proposta do presidente da Faep, Ágide Meneguete, favorável à prorrogação dos contratos de pedágios no Paraná.

A alta velocidade continua sendo o principal motivo de multas aplicadas aos motoristas paranaenses. Dados divulgados pelo Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) nesta segunda-feira (23) revelam que, das 3.177.695 multas emitidas no Estado em 2014, 35% (1.104.577) estão diretamente relacionadas ao excesso de velocidade em vias públicas e rodovias.

Os proprietários de veículos têm até o dia 2 de janeiro para garantir o desconto de 10% no pagamento à vista do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Estado já soma 1,8 milhão de veículos que funcionam com álcool ou gasolina. Os dados, divulgados pelo Departamento de Trânsito do Estado (Detran) nesta segunda-feira, 5, mostram que os veículos flex já são 28% da frota total paranaense.

Queda na exportação também motiva redução da produção de carros. Anfavea diz que pretende manter empregos na indústria.

Picape pequena mais vendida do país adota porta suicida nas versões de cabine dupla. Versão de entrada parte de R$ 33,7 mil

Fonte: Ricardo de Oliveira

Nós já sabemos que os carros feitos no Brasil ainda devem muito em termos de segurança, mas acredite, ainda há mais coisas obscuras a esse respeito. Uma matéria publicada pela Associated Press, reproduzida por alguns sites internacionais, revela a visão do exterior sobre a segurança e qualidade dos carros produzidos aqui e detalhes do que ocorre entre dentro das linhas de montagem. 

 

O quarto maior mercado do mundo tem hoje produtos que estão 20 anos atrasados em relação aos similares americanos e europeus, por exemplo. Quem diz isso é a Latin NCAP. Aqui, os carros possuem estrutura mais fraca, mesmo com airbags, devido à redução no número de soldas ou na quantidade de energia gasta em cada ponto soldado. 

 

Motivo? Redução nos custos de produção, visto que 20% do custo total da estrutura vêm da energia elétrica. Quanto menos energia, mais barato fica de fazer o carro. Aliás, devemos lembrar que apesar das inúmeras hidrelétricas e do potencial hídrico do país, o custo da eletricidade é muito maior em nosso país. 

 

Governo e consumidores também são culpados

Nesse caso, o problema também não está apenas nos carros, mas no consumidor. A matéria observa que os compradores brasileiros não possuem um nível de exigência em termos de segurança comparável ao de americanos e europeus, por exemplo. Aqui, se valoriza mais rodas de liga leve e sistemas de áudio do que equipamentos essenciais para proteção à vida. 

 

Além disso, o consumidor que sofre graves lesões em acidente no Brasil não recorre à justiça para valer seus direitos, diferentemente do que ocorre nos EUA, por exemplo, fazendo no máximo um “BO”. Dessa forma, segundo um engenheiro automotivo, que preferiu anonimato, a montadora americana em que trabalhava tinha prazer em atender os consumidores de mercados emergentes, visto que seus carros mais baratos de fazer não exigiam grandes investimentos em segurança, já que até a lei não obrigava tal coisa. 

 

O governo brasileiro se defende, dizendo que os carros feitos aqui são equivalentes aos europeus, por exemplo, mas reconhece que é preciso avançar em segurança depois de confrontado com dados do Latin NCAP. Só em 2014 os automóveis nacionais terão airbag duplo e ABS de série, itens tornados obrigatórios no exterior muito tempo atrás.  Além da lei branda, a União não possui um instituto para realizar tais testes, embora diga que estará analisando dados de entidades independentes. 

 

Crítica das montadoras nacionais

O Latin NCAP é criticado pelas montadoras instaladas aqui, que alegam que seus carros atendem à lei e são equivalentes aos internacionais. Elas dizem que o Euro NCAP é mais exigente. 

 

De fato, mas os testes de impacto frontais foram feitos no mesmo laboratório, com os mesmos técnicos e nos mesmos parâmetros, segundo o renomado instituto. Resultado? Modelos feitos aqui ganham de uma a três estrelas, enquanto o similar europeu vai de quatro a cinco estrelas. Mesmo modelos topo de linha não chegam a cinco estrelas aqui. Elas também alegam que seus carros são mais resistentes que os estrangeiros, a fim de suportar as duras condições das estradas brasileiras, que por sinal são péssimas, contribuindo ainda mais para elevar o número de acidentes.

 

Faltam soldas nos carros brasileiros

Mesmo com airbag, um carro com célula de sobrevivência mais fraca – por causa de soldas de baixa qualidade ou em número inferior – se torna uma séria ameaça à vida dos ocupantes, visto que parte da estrutura irá adentrar o habitáculo, projetando peças e outros componentes sobre o condutor e demais passageiros.

 

Um engenheiro automotivo com 40 anos de experiência compara um carro alemão feito no Brasil e seu equivalente europeu. Ele relata que muitos pontos de solda e reforços estruturais do projeto original inexistem na versão feita aqui. 

 

Desrespeito com a vida

Mas o pior de tudo isso, claramente apontado na matéria, é o custo irreparável em vidas humanas. Brasil e EUA caminham em direções opostas. Apesar de ter uma frota cinco vezes menor, o Brasil registrou crescimento de 72% nas mortes em acidentes de trânsito na última década, segundo dados de 2010. Nos EUA, houve uma redução de 40% no mesmo período. Em 2010, 9.059 vidas foram perdidas em acidentes de automóvel no Brasil, enquanto que 12.435 foram registradas nos EUA. Resultado? Em relação à frota, nosso país tem taxa de mortalidade quatro vezes maior.

 

Inseguro a Qualquer Velocidade 

Ralph Nader, um famoso político e ativista americano, propõe um clamor público, ações de responsabilidade sobre segurança do produto e boicotes seletivos por parte de consumidores ou da legislação brasileira, a fim de equalizar as normas de segurança com a engenharia, conforme ocorre no exterior. Ele afirma que tais respostas funcionaram no passado, forçando a indústria automotiva a reaver sua posição diante da segurança no trânsito.

 

Ele publicou o livro “Unsafe at Any Speed” (Inseguro a Qualquer Velocidade), lançado em 1965, que abalou a credibilidade da indústria automotiva americana, pois questionava os fabricantes sobre o elevado número de mortes no trânsito dos EUA. A publicação alertava para o fato das montadoras não instalarem equipamentos de segurança a fim de reduzir custos. O livro levou a uma discussão nacional sobre a segurança automotiva e forçou o governo a implementar normas de segurança mais rígidas, mudando dramaticamente a filosofia da indústria automobilística dos EUA.

 

Dessa forma, com custo de produção menor, a lucratividade média de 10% está garantida. Lá fora, observam que nos EUA essa média é de 3% e a média global é de 5%. Isso sem contar que a maior parte dos veículos vendidos no país é de populares, que em muitos casos, oferecem airbag duplo e ABS como opcionais.

Fonte: AENPr

 

A partir de junho, os veículos emplacados no Paraná receberão lacre com número de segurança e QR Code com dados para dificultar clonagens e fraudes com carros roubados. A medida, inédita no Brasil, é uma iniciativa da Associação dos Fabricantes de Placas do Paraná (Afaplacas), em parceria com o Departamento de Trânsito do Estado (Detran-PR).

Fonte: Site O Bonde 

 

As vendas de veículos novos na primeira quinzena de maio apresentaram queda de 5,1% em relação a igual período do mês passado, mas superaram em 6,1% as do mesmo intervalo de um ano atrás.

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