Hoje em dia, os animais de companhia são tidos como mais um membro da família. Esta proximidade, embora potencialmente gratificante para donos e animais, pode também ser prejudicial, se deixarmos de tratar o cão como animal, humanizando-os demasiadamente. Um dono pode gostar do seu cão “como se fosse um filho”, mas não deixar de o disciplinar e educar, porque até as crianças necessitam de saber os seus limites.

Enfoque Geral

Pelo mundo dos negócios - Pois realmente quem andou viajando e vive constantemente fazendo este tipo de viagem são os empresários de Realeza, ligados as atividades de importação de vários produtos e mercadorias do exterior para o Brasil, e o fazem com muito sucesso, que são os amigos Tomy e o Carlos Bueno, que ultimamente estavam na bela e rica cidade de Dubay, deveriam estar muito sofridos naquela bela cidade? Vocês não acham?;

Falta gentileza

    “Gentileza gera gentileza.”. Com esses dizeres termina o vídeo que a prefeitura de Vila Velha – ES gravou para divulgar um de seus projetos de educação no trânsito.

Trata-se de um guarda de trânsito em especial, que, faz algo realmente incrível: trata a todos que passam por ele, seja de carro, de bicicleta ou a pé, de maneira surpreendentemente gentil. Ele cumprimenta a senhora coxa, o senhor de vestes simples, o moço do caminhão velho e, acreditem se quiser, o homem do chapéu de palha. A frase não é de hoje. Ela já era afirmada pelo “Profeta Gentileza”, uma espécie de pregador, que se tornou conhecido na década de oitenta por fazer inscrições em um viaduto no Rio de Janeiro, por onde andava, de túnica branca e barba longa. Ao que me parece, deixamos essa gentileza na década de oitenta.

   Não é preciso ir para grandes centros observar o comportamento das multidões que correm daqui, atravessam sinais lá, buzinam o carro que atrapalhou o sinal que daria tempo, xingam o pedestre que passa mancando na faixa, aceleram com a embreagem acionada para o motorista que segue as normas da via e anda na velocidade exigida... Você já percebeu como as pessoas andam sozinhas? Com suas cabeças baixas, sem olhar para os lados, sem cumprimentar ninguém? Como outros andam mesquinhos com seus narizes empinados, e não dão ao luxo de olhar para baixo?
  Vou tentar explicar algumas coisas:

    Somos constituídos basicamente por quatro elementos fundamentais: Carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio. Nosso metabolismo depende, basicamente, de nossa alimentação. Possuímos um esqueleto ósseo, bem ou mal formado, que é revestido por músculos. Nossa cavidade principal aloja todas as nossas vísceras, e, como esquecer do estojo craniano e do canal medular, que, obviamente, aloja nosso sistema nervoso central. Quando morremos, nosso órgão principal, o cérebro, para de funcionar. Então, já mortos, se tivermos uma família, passaremos por um rito (enterro, cremação...). Desfalecidos, nosso majestoso corpo retornará a terra. Já sua alma, irá para o lugar que você crer e merecer. Todos, com exceção de uma minoria que está apostando na evolução da ciência e está guardando suas cabeças em nitrogênio, teremos o mesmo fim: Alimento de bactérias e fungos.

    Qual é o preço de um bom dia? Qual o capital perdido em balançar a cabeça em sinal de cumprimento ao ser que cruza com você na rua? Quanto desvaloriza a pulseira de ouro em seu braço quando você o levanta e acena num simples “tchauzinho”? Não importa o que você foi, o que era. Acabará como todos. Todos nós teremos o mesmo fim, triste, lamentável e penoso. Não são singulares as histórias de seres que aprenderam o significado de termos como humildade e gentileza, somente quando não conseguiam sequer realizar suas necessidades biológicas sem o auxílio de terceiros. Então lhes peço: O que nos falta para sermos mais gentis?

Alencar Junior Proença, 18 Anos,
Acadêmico do 1º Período de Medicina.  
Twitter: @AlencarJrP

 

A arte de perder

 A arte de perder não é nenhum mistério; 
Tantas coisas contêm em si o acidente
De perdê-las, que perder não é nada sério. Perca um pouquinho a cada dia. 
Aceite, austero, a chave perdida, a hora gasta bestamente. 
A arte de perder não é nenhum mistério. 
Depois perca mais rápido, com mais critério: 
Lugares, nomes, a escala subsequente da viagem não feita. 
Nada disso é sério. 
Perdi o relógio de mamãe. 
Ah! E nem quero Lembrar a perda de três casas excelentes. 
A arte de perder não é nenhum mistério. 
Perdi duas cidades lindas. 
E um império que era meu, dois rios, e mais um continente. 
Tenho saudade deles. 
Mas não é nada sério.
– Mesmo perder você (a voz, o riso etéreo que eu amo) não muda nada. 
Pois é evidente que a arte de perder não chega a ser mistério por muito que pareça (Escreve!) muito sério.

                                                                                                                     (Elisabeth Bishop)

Fala-se tanto em aprender perder, mas, não conheço quem saiba notoriamente aplicar tanta teoria. Não se pode ir perdendo alguém “um pouquinho a cada dia”. 

Aqui de Tubarão, entre uma anatomia e outra, soube da perca terrena. Professor Chicão era amigo, companheiro, colega de tragos, frangos e fritas. Pessoa única em ambiente que fosse. Fosse na rua, fosse no banco, “fosse onde fosse”. Era só gritar: “Ô professor Chicão!” E lá vinha Chicão com sua mão grande lhe dar um boa tarde, dia, noite. Tivesse sol ou não, Lá estava Chicão. Chicão sempre alegre... Lembro-me de sua cara raivosa apenas em uma ocasião: Sexta série, aula de inglês, alunos conversando, chega Chicão: “O que tá acontecendo povão?”

Estava nos dias para mudar-me para cá quando o vi pela última vez. Com o riso de sempre veio Chicão e disse alegremente: Conseguiu rapaz? Parabéns! Dei-lhe um aperto de mão daqueles que balançam, e agradeci a tudo que ele me ensinou. É triste. Chicão da piada, Chicão cantador. Era comemoração de alguma vitória, na casa da professora Nair e do Seu Teixeira, quando ele gritou: “Agora entra no ritmo certo dessa música que eu vou te mostrar quem é o trovador.”

Perder um professor não é algo que já me havia acontecido. Pra onde será que vai todo o teu conhecimento Chicão? Será que volta pra terra e faz um novo Homão? Do tipo grande, de voz rouca estridente e uma baita palma da mão?

Não sei de nada mais memorável a fazer em sua homenagem professor; não que eu possa fazer agora, e daqui. Onde tiver, cuida da tua gente, Chicão. Numa dessas, nos encontramos mais pra frente.

                                                                  A família, força e fé.

Ademar Traiano
A economia paranaense ganhou uma forte dinâmica e um renovado vigor nos últimos tempos. Acaba de ser divulgado um novo levantamento do Caged – Cadastro Geral de Empregados e desempregados – do Ministério do Trabalho.

Falta energia

Mario Eugenio Saturno
É surpreendente como algumas coisas não funcionam no Brasil. Quando ainda jovem, nos anos 1980, soube que as usinas de álcool queriam vender energia elétrica (cogerada) usando um combustível barato, na verdade um problema para as usinas, o bagaço da cana. Foi preciso o “apagão” de dez anos atrás para obrigar o governo a aproveitar esse gigantesco potencial energético até então desperdiçado.

Mario Eugenio Saturno
Passei as últimas semanas praticando a língua grega da Bíblia. Minha dificuldade levou-me a refletir sobre a capacidade que temos para interpretar textos. Ou melhor, na incapacidade, minha no caso, com as Escrituras originais, ou seja, em grego. Veja se não estou certo, uma pessoa que não saiba interpretar o texto, vai interpretá-lo errado. Assim, para as Escrituras em grego, aceitarei as interpretações de alguém mais sábio que eu. No caso, os bispos e padres teólogos, filósofos, linguistas.

Deputado Estadual Pedro Lupion
O governo Beto Richa está em vias de completar seu 16.° mês desde a posse, período curto para que sua marca na gestão dos destinos do Paraná se consolide. Há exatamente 10 meses atrás um diagnóstico da situação do Estado apontava um déficit de R$ 4,5 bilhões nas contas públicas, o que pouca gente se lembra, e que consumiu vultosos recursos humanos e financeiros para que fossem equalizados. Ainda assim, já é possível afirmar categoricamente que o Paraná experimenta um novo ciclo de expansão de sua economia, graças à liderança de um governador que respeita a lei, as pessoas e a ordem.

Enfoque Geral

Bom avanço - Já acontece no estado de São Paulo e provavelmente em outros estados também, um serviço de coleta de óleo de cozinha, o que não deixa de ser uma extraordinária notícia, uma vez que é notável que se permanecer no meio ambiente dito produto, causa um prejuízo danado e como ele é coletado, ele sofre uma transformação e é aproveitado como combustível.

Mario Eugenio Saturno
O dramático enredo desempenhado pelo etanol de cana-de-açúcar não é exceção no cenário nacional. O Plano do governo federal parece tímido demais para um país das dimensões do Brasil. A julgar pelos fatos, o governo abandonou as usinas de álcool à própria sorte, endividadas, são vendidas a preço de banana, para o capital estrangeiro. Já cansei de defender que o investimento estrangeiro deveria ser para novos projetos, sejam usinas ou plantações. Esperava mais de um governo que acusou o anterior de privatista, pior é entregar ao estrangeiro!

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