Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP- Bel. Direito

 Após Jesus Cristo ter realizado o milagre da multiplicação dos pães, foram os ex-governadores Orestes Quércia, de São Paulo e Newton Cardoso, de Minas Gerais os próximos a repetir o mesmo milagre, quando foram capas da revista Veja, em razão do patrimônio adquirido num determinado tempo que só mesmo por milagre. Esse recorde que envolve patrimônio astronômico em curto espaço de tempo foi quebrado agora por Antonio Palocci. Como deputado federal, em quatro anos, o genial ministro conseguiu aumentar por 20 tudo que sua capacidade permitira construir por toda sua vida.

Bruno Peron
 A Organização das Nações Unidas (ONU) prevê que a população mundial alcançará 7 bilhões em outubro de 2011 e que, neste ritmo de crescimento, seremos 10 bilhões em 90 anos.

Escrevi há anos que a cidade de São Paulo era o maior cinzeiro do mundo, título do artigo, devido aos milhões de moradores e ao proporcional número de fumantes que, sem nenhum pudor, jogavam suas pontas de cigarro nas ruas.

Ademar Traiano

Durante os últimos oito anos o Porto de Paranaguá – um dos mais importantes do Brasil - viveu um clima de filme de terror. O porto foi entregue nas mãos de Eduardo Requião, um psicanalista que, segundo o irmão governador (Roberto), por alguma razão misteriosa, havia se transformado no maior superintendente portuário do planeta. A partir daí, o nosso porto começou a perder tudo. 

Mario Eugenio Saturno

A Igreja vive da Eucaristia. Esta verdade não exprime apenas uma experiência diária de fé, mas contém em síntese o próprio núcleo do mistério da Igreja. É com alegria que ela experimenta, de diversas maneiras, a realização incessante desta promessa: “Eu estarei sempre convosco, até ao fim do mundo” (Mt 28, 20); mas, na sagrada Eucaristia, pela conversão do pão e do vinho no corpo e no sangue do Senhor, goza desta presença com uma intensidade sem par. Desde o Pentecostes, quando a Igreja, povo da nova aliança, iniciou a sua peregrinação para a pátria celeste, este sacramento divino foi ritmando os seus dias, enchendo-os de consoladora esperança.

Arco-íris!

Uma das coisas que mais me intrigava na infância era a história do pote de ouro ao pé de um arco-íris.

Faustino Vicente
Colaborando com a Campanha da Fraternidade (CF), que tem como tema -  “ Fraternidade e a Vida no Planeta “ -  escrevemos mais um artigo sobre preservação do Meio Ambiente, com sugestões de ordem prática e de fácil implementação.

Bruno Peron
A América Latina não começa - diferentemente do que pensam os geógrafos, para os quais o conceito de "América do Norte" segue dúbio - na fronteira extensa e difícil de vigiar entre México e Estados Unidos senão que o segundo país é essencialmente latino-americano.

Pichar é crime

Não existe uma cidade brasileira que não sofra de pichações.

Quase sempre na hora em mais precisamos delas! É assim que pensamos, vivemos, pedimos e esperamos, sem, entretanto pensar que às vezes é até bom que deixem nosso espaço e nosso caminho. É natural sentir esta falta antes, durante e depois, mas por pouco tempo, principalmente se resolvermos que devemos acender nossas próprias luzes, iluminar nossos próprios passos, e descobrir que as outras eram bem mais fracas do que as nossas.


Interessante é de que na maioria das vezes também, esperamos encontrar sempre uma luz no fim do túnel, quando na verdade somente a nós cabe acender nossas próprias e não ter medo de sentir seu brilho em nossos olhos.


Em grande parte de nossas vidas, até por um certo comodismo, preguiça e falta de coragem, acreditamos que sem aquelas luzes ficamos sem rumo, sem caminhos, porque só elas podem nos indicar uma esperança ao fim do túnel... Mas porque ficar sempre esperando por elas e porque sempre depender de um túnel para seguir em frente, quando é mais fácil e bem mais fácil, abrirmos nossos próprios caminhos, largos e cheios de luz?


É preciso que nos demos um pouco de trabalho em descobrir se aquelas luzes que sempre esperamos que fiquem acesas, não seriam fracas demais para nossas vontades, desejos, anseios e sonhos de vida. É bem provável que iremos descobrir que sim, e é por isso que seria interessante não chorarmos luzes que se apagam a sorrir e nem lamentar perdidas ilusões, porque elas foram só luzes da ribalta. E as suas... São da vida?


*Antonio Jorge Rettenmaier, Escritor, Cronista e Palestrante, membro da AGEI, Associação Gaúcha dos Escritores Independentes. Esta Coluna está em oitenta jornais impressos e eletrônicos do Brasil e Exterior. No You Tube acesse a Fala Sério! Em vídeo através do ajorgefalaserio. Contatos Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
 

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