Atendimento: Entender para atender – Quais as necessidades do seu cliente? Você é capaz de compreender o que o cliente realmente quer? Atender o cliente é fácil, o difícil é entendê-lo. Digo isto porque grande parte dos profissionais que trabalham no atendimento não é capaz de interpretar a mensagem que o cliente deseja passar.

Constantemente vemos matérias nos jornais com as seguintes manchetes: "Mãe lamenta a perda do seu filho para o crack"; "Viciado em crack mata namorada"; "Mãe acorrenta filho viciado em crack"; "Viciado em crack assalta lotérica em plena luz do dia"; "Viciado em crack pratica suicídio", etc.
Essa é a triste realidade da pessoa que mergulha no mundo do crack.

Mario Eugenio Saturno
Quando me tornei católico, pensava como outros cristãos: Deus Todo-Poderoso não precisa dos santos. E resolvi estudar a Bíblia para assegurar-me. Já em Gênesis achei algo interessante: o anjo do Senhor disse a Agar: volta para a tua senhora e humilha-te diante dela. Vais dar à luz um filho: dar-te-ás o nome de Ismael, porque o Senhor te ouviu na tua aflição (Gn 16, 7-11). Pela tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Lot, ao vê-los, foi-lhes ao encontro (Gn 19,1). Jacó encontrou uns anjos de Deus e exclamou: “É aqui o acampamento de Deus!” Por isso deu àquele lugar o nome de Maanaim (Gn 32,1-2).
E Deus, que não precisa de anjos (aggelo em grego, que significa mensageiro), nem de homens para conduzir seu povo, continua: Moisés, chegou até a montanha de Deus, Horeb. O anjo do Senhor apareceu-lhe numa chama do meio a uma sarça e disse: “Eu vi a aflição de meu povo que está no Egito, e ouvi os seus clamores. Vai, eu te envio ao faraó para livrar meu povo” (Ex 3,1-10). O anjo do Senhor subiu de Gálgala a Boquim e disse: vós não obedecestes à minha voz. Por que fizestes isso? E o povo pôs-se a chorar (Jz 2, 1-4).
E o Deus que tudo pode e não precisa de nenhum intermediário, continua a surpreender: um santo anjo do Senhor, Rafael, foi enviado para curar Tobit e Sara, cujas preces tinham sido dirigidas ao Senhor (Tob 3,25). Davi viu o anjo do Senhor que estava entre o céu e a terra, com uma espada desembainhada em sua mão, dirigida contra Jerusalém (1Cron 21,16). O anjo do Senhor apareceu no campo dos assírios e feriu cento e oitenta e cinco mil homens. Senaquerib, rei da Assíria, retomou e ficou em Nínive (Is 37, 35-38).
E o mais incrível, Malaquias (do hebreu “meu mensageiro”, não é nome de pessoa, não se conhece o autor) anuncia a vinda de João batista e do próprio Jesus, o Deus feito homem: vou mandar o meu mensageiro para preparar o meu caminho e imediatamente virá ao seu templo o Senhor que buscais, o anjo da aliança que desejais. Quem estará seguro no dia de sua vinda? Quem poderá resistir quando ele aparecer (Ml 3, 1-2)? Este anúncio foi feito mais de 400 anos antes do nascimento de Cristo.
Por fim, Deus, apesar de não precisar, proveu sua palavra inspirada, não ditada, escrita por mãos de homens com seus estilos próprios, palavra que compôs o Velho Testamento, escrito em hebraico e grego. E foi a versão grega a usada pelos apóstolos (como atestam 300 das 350 citações no Novo testamento). Se a sua Bíblia só tem 66 livros, não é a grega, aliás, meia-meia sugere algo mal. E não custa lembrar que Jesus, que também não precisava, escolheu doze que enviou (apostolai em grego) e, ainda, chamou Paulo que, apesar de desnecessário também, foi o grande mensageiro (aggelo, anjo) da Nova Mensagem (Eu Aggelion). Deus não precisa, mas opta por chamar homens comuns à santidade.
* Mario Eugenio Saturno, de Bariloche - Argentina, é Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), professor universitário e congregado mariano. (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)
 

Mario Eugenio Saturno
A luta pela Justiça e pelos Direitos Humanos é uma luta nobre de ideologias e religiões, de homens e mulheres comprometidos com o próximo, o semelhante, a humanidade.

Qual pai ou mãe não se derrete de alegria ao escutar seu filho pronunciando palavras com pequenos erros de pronúncia? “Cadê o binquêdo?”, nenê qué aga”, quéio a bóia” e por aí vai...

Atendimento: Assunto proibido – Criar empatia e conversar com o cliente é importante, porém, você deve evitar três assuntos: Religião, Futebol e Política. Uma discordância ou má interpretação sobre um destes temas pode transformar sua abordagem em um fracasso.
Marketing: Sentindo o mercado – Muita gente fala sobre pesquisa de Marketing, mas não há melhor forma de entender o mercado do que bater um papo com o seu cliente. O Marketing corpo-a-corpo, olho no olho ainda é o que gera os resultados mais consistentes. Vá conversar com seus clientes.
Vendas: Deixe o cliente decidir – Durante o processo de fechamento é importante deixar o cliente decidir, desde que ele faça o que você espera. Exemplo: Você quer levar a camisa vermelha ou a azul? Você prefere que a entrega seja feita na terça ou na quarta?
Liderança: Motive de forma diferente – O que você utiliza para motivar um colaborador pode não surtir efeito para o outro. Alguns são motivados com dinheiro, outros querem status, mas a maioria deseja reconhecimento.
Carreira: A palavra dos vencedores – De nada adianta diplomas e títulos acadêmicos se você não possui o que as empresas mais querem: “Atitude”. Profissionais que desejam chegar longe em suas carreiras devem colocar essa palavra em primeiro lugar.
Literatura: Como fazer amigos e influenciar pessoas - Quais são as seis maneiras de fazer as pessoas gostarem de você? Quais são as doze maneiras de convencer as pessoas a pensarem do seu modo? Quais são as nove maneiras de mudar as pessoas sem ofendê-las nem deixá-las ressentidas? O único propósito deste livro é ajudá-lo a resolver um de seus maiores problemas: relacionar-se bem com as pessoas na vida cotidiana, nos negócios, no trabalho e nos contatos sociais. Como fazer amigos & influenciar pessoas conquistou seu lugar na história como um dos best-sellers internacionais na área de motivação e relacionamento interpessoal e de negócios. Autor: Dale Carnegie, Editora: Nacional.
Dicionário: Benchmarking – É a busca por melhores práticas que conduzem uma empresa à maximização da performance empresarial.
Humor: Profissional requisitado – O profissional vai pedir aumento pro chefe: – Eu acho melhor o senhor me promover. Tem muitas empresas me procurando... – É mesmo? Pergunta, o chefe irônico. Quais são essas empresas? – A empresa de eletricidade, a empresa de saneamento, a empresa de telefone e as maiores empresas do país.
Frase: Sucesso - "Sucesso é o resultado da prática constante de fundamentos e ações vencedoras. Não há nada de milagroso no processo, nem sorte envolvida. Amadores aspiram, profissionais trabalham". (Bill Russel)
 

De 10% a 20% dos casos de câncer de próstata não são detectados pelo exame de sangue, e por isso o toque retal é imprescindível
Hoje, cerca de 25% dos tumores malignos que ocorrem no sexo masculino são de origem urológica, e dentre estes o mais freqüente e o segundo maior causador de mortes no Brasil é o câncer da próstata, sendo que sua maior incidência está na região Sul.

Luz...camêra...ação...Este é um mote do início de gravação de imagens. Antes, mais voltado aos profissionais, hoje de domínio público. Antes, quando mais clara a expressão, mas se entendia que era hora de concentração.

Bruno Peron
A divisão do Pará em três estados é um tema que se discute há vinte anos no Congresso Nacional. Temos agentes travestidos de "representantes do povo" que sustentam este dislate como única solução para o suposto "abandono" da região.
Seus argumentos são sofisticados: dizem que o Pará é um estado grande, por isso ingovernável, o aumento populacional tem sido descontrolado e o Estado não chega até a população de maior parte do território.
O espectro ideológico oscila da defesa de Estado ausente para Estado ubíquo. Dois modelos execráveis. A discussão inspira ares partidários e deixa, portanto, de ser frutífera. O interesse público beira a alucinação.
Não fosse o incontornável erro de cálculo, os argumentos seriam convincentes.
A política para o desenvolvimento da região Norte já começou equivocada porque se fundamentou na exploração e no povoamento em vez da preservação ambiental.
Manaus é o exemplo de uma cidade criada por incentivos fiscais à indústria numa área que deveria ser de proteção da rica fauna e flora tupinicas. Levou-se ao Norte um modelo de ocupação em prol da "soberania".
O conceito de "soberania" é invocado em local e hora oportunos, porém pelos que menos se preocupam com ele. Sabemos que estrangeiros têm passe livre em reservas indígenas de Roraima, mas tupinicas são barrados.
A proposta de plebiscito visa a consultar a vontade popular para a divisão do Pará em dois novos estados: Carajás, no sudeste, com capital em Marabá, e Tapajós, no oeste, com capital em Santarém.
O Pará passaria a compor somente a região nordeste do estado atual. Provavelmente os autores desta "façanha" impulsionaram seus desígnios pela criação anterior de Mato Grosso do Sul e Tocantins.
É preferível que o Estado corrupto tupinica esteja pouco presente a que seja venal. Pena que esta escolha não cabe a nós, singelos convocados à meia-cidadania do voto.
Os desejos politiqueiros superaram a expectativa. O raciocínio de que o aumento de 17 para 28 deputados federais, de 3 para 9 senadores, atrairia mais recursos para a região ignora o fiasco do funcionalismo público no Brasil.
Trata-se de uma característica cultural que inverte as funções de modo que a categoria oculta o dever de servir à coletividade. Em vez disso, o genuíno detentor do poder político - o povo - recebe amiúde tratamento clientelar e aviltante em troca da "estabilidade" que se lhes confere aos admitidos na carreira.
Se o estado de São Paulo, que é bem menor que o Pará, não garante educação, saúde, saneamento, segurança, etc públicos de boa qualidade, aonde querem chegar os que defendem que a cisão do Pará garantiria esses serviços?
Embora creiam que o interesse é velado, não é sobrenatural o esforço de reconhecer que os defensores da divisão querem demarcar as riquezas produzidas ou potenciais no Pará em nome da aproximação do governo ao cidadão.
Altamira, onde se autorizou a construção da usina hidrelétrica Belo Monte, fica na área onde se quer criar o estado de Tapajós. Parte do território que se pretende segmentar é rica em minério de bauxita, ferro e níquel, que se escoa pelo Maranhão.
O modelo de Serra Pelada, que se popularizou na década de 1980 pelo garimpo de ouro, repete-se na alma nascitura de um Pará que clama por distribuição de riquezas em vez da marginalização do que não serve.
O estado paraense dispõe de 144 municípios onde emerge a esperança de união e o alento da apropriação responsável de suas riquezas humanas e naturais.
Estanquemos a reprodução de modelos de desenvolvimento que exaurem os recursos e o fôlego daqueles que acreditam na visão coletiva.
Resgatemos o sentido do público dos que, através do poder do discurso, tergiversam seu valor em prol do inchaço da máquina estatal.
Ao povo do Pará, a esperança é uma flâmula que não se apaga.
http://www.brunoperon.com.br
 

Mario Eugenio Saturno

A morte do satélite sino-brasileiro CBERS-2B deixa o Brasil sem um satélite nacional para prover imagens, expondo a fragilidade do programa espacial que, apesar de ter melhorado, ainda necessita de muitos cientistas e tecnologistas - a maioria aposenta-se nos próximos anos -, de salário compatível com os cientistas classe A do governo, investimentos maciços e apoio político, dos políticos e da sociedade.

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