Comportamento - Jornal Novo Tempo
Segundo jornal, 1% das famílias que visitam o parque contrata o ‘serviço’

 

 
Por Ariane Donegati

Para escapar das longas filas das atrações do parque de diversões da Disney, em Orlando, famílias ricas de Nova York estão pagando pessoas com deficiência para se passar por seus parentes e, assim, ultrapassar quem está esperando nas filas. A denúncia feita pelo jornal New York Post com a ajuda da antropóloga Wednesday Martin que descobriu o esquema, ela afirma que 1% das famílias que visitam o parque contrata esse tipo de serviço.

 

A Disney permite que visitantes com cadeiras de rodas ou que utilizem veículos motorizados tenham acesso às atrações sem pegar fila e que sejam acompanhados por seis familiares. O esquema nada nobre custaria cerca de US$ 130 por hora ou um pacote com oito horas de jornada com US$ 1040.

 

A justificativa para o ato, segundo uma das mulheres que pagou pelo tour seria que na fila, sua filha teria de esperar por duas horas e meia e, com a ajuda do serviço, conseguiu entrar na atração em apenas um minuto. “Não posso ir para a Disney sem o serviço de concierge, isso é como 1% das pessoas passeia pela Disney”, afirma a mulher que contratou uma pessoa num veículo motorizado (específico para deficientes físicos ou para pessoas acidentadas) para acompanhar ela e sua família ao parque.

 

A Disney também oferece um passe VIP que custa US$ 350 (cerca de R$ 720) por hora, ou seja, mais de US$200 a mais do que contratar um deficiente para que ele finja ser parte de sua família.

 

Quando procurada pelo jornal norte-americano para falar seu lado, a Disney preferiu não se pronunciar.

Centopeia Humana 

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Recém-nascido

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