Login no Site







Esqueceu seu login?
Sem conta ainda? Registrar

Pesquisa personalizada
 

Últimos Comentários

Testando a possibilidade de fraude - Desde terça-feira (10), 38 especialistas em informática e em eletrônica estão realizando no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) testes de segurança nos softwares das urnas eletrônicas que serão usadas nas eleições de 2010 e em componentes do sistema eletrônico de votação. Os inscritos para os testes são das áreas de ciência da computação, segurança da informação, engenharia eletrônica e de redes, tecnologia da informação e auditoria. O teste termina na sexta-feira, 13 de novembro. É a primeira vez que o TSE abre as urnas e os sistemas de votação ao público em geral para tentativas de violação e fraude. Seis peritos criminais da Polícia Federal, especializados em ciência ou engenharia da computação e engenharia de redes, farão o teste em grupo. Outro teste será realizado por uma equipe de seis auditores da CGU, dentre eles um engenheiro e um perito em segurança de redes, além de especialistas em ciência e engenharia da computação. Eles atuam em uma área da CGU especializada em auditar a segurança de sistemas eletrônicos. Você acha que algum fraudador se inscreveu? Vamos aguardar o resultado para ver se realmente as dúvidas sobre a segurança das urnas eletrônicas terão um diagnóstico definitivo.

 

Correndo atrás de recursos -

 

Festa do Carneiro –

 

Adversária? -

 

Enxugando gelo –

 

65 novos municípios -

 

Código Florestal –

 

Inglês –

 

Destinação de embalagens -

 

Calote oficial -

 

Bolsa-funeral -

 

Privilégios -

 

Uma vergonha –

 

Está cada vez mais complicado o futuro dos aposentados. Quem não formar uma boa renda, terá dificuldades, pois a Previdência Social não reajusta o suficiente para que os aposentados possam pagar os seus compromissos, principalmente, a questão dos remédios. Para complicar, os empréstimos consignados estão tomando boa parte da aposentadoria. Muitas vezes, estes empréstimos foram feitos para salvar familiares. Todos se complicam.
Recebemos muitas reclamações sobre a farsa montada em nossas rodovias. A manutenção que está sendo feita é uma vergonha. Os eleitores estão indignados, pois há trechos reformados ao lado de buracos. É um remendo mal feito e custa uma fortuna para o bolso do contribuinte do Paraná. O mais vergonhoso está por vir. É que daqui a pouco teremos eleições e tudo será esquecido e o eleitor do sudoeste voltará a votar na mesma mentira. Prefeitos, vereadores, sindicatos, entidades, associações comerciais, todos estão calados. Seria boa hora convidar o governador para fazer uma inspeção nas obras de recuperação de rodovias aqui do Sudoeste. A Amsop e a Acamsop se habilitam?
Não é só no Brasil que a classe política cria privilégios para si mesma. No Iraque, esta "farra" também está irritando eleitores e população. Carros blindados, salários altíssimos e vantagens imobiliárias: deputados iraquianos de todas as tendências, nacionalidades e religiões, se concederam privilégios secretos que provocaram indignação no país. ''Durante um mês e meio, os deputados votaram secretamente um texto que lhes concedem, por dez anos após o fim do seu mandato, remuneração igual a 80% do seu salário como deputado, um passaporte diplomático para si e suas famílias, e um terreno de 600m2 no local de sua escolha'', disse à AFP o deputado Ibaha al-Araki, líder da Comissão de Direito. Segundo ele, os deputados recebem US$ 25.500, entre salário e benefícios. O salário médio iraquiano é de US$ 500.
Um novo mimo será enganchado no Bolsa Família. Vai entrar em vigor no ano da graça eleitoral de 2010. Os beneficiários do Bolsa Família passarão a dispor de cobertura para os gastos com o enterro dos entes da família. Deseja-se anunciar a novidade no mês que vem, junto com o lançamento de um novas regras para o mercado de microsseguro. Pretende-se popularizar os seguros no país, levando-os até as fronteiras em que vivem as classes C e D, com renda de até três salários mínimos. O presidente da Susep (Superintendência de Seguros Privados), Armando Vergílio, informa que o governo deseja garantir, primeiro, o auxílio funeral. Depois, planeja-se avançar para a cobertura de acidentes pessoais. Numa terceira fase, seria criado o seguro vida para os beneficiários do Bolsa Família.
Qualquer empresa que deixar de quitar ou atrasar o pagamento de impostos passa imediatamente a sentir os rigores da lei: multas, juros, impedimentos de negociar com o governo etc. Pessoas físicas, igualmente. Quem não paga o IPVA, por exemplo, arrisca ter seu veículo apreendido na primeira blitz de trânsito; se está inadimplente com o Imposto de Renda, cassam-lhe o passaporte. E assim por diante. Seja quem for, o adjetivo que se emprega para qualificar o sonegador ou o inadimplente é o de caloteiro. E se for o contrário? Se for o governo a não pagar as dívidas que contraiu com contribuintes, com que nome qualificá-lo? Muito embora seja da "tradição" de quase todos os governos não pagar, ou não pagar em dia seus compromissos, eis que agora o Congresso Nacional busca institucionalizar a prática do calote estatal. E o fez ao aprovar, semana passada, uma proposta de emenda constitucional – a PEC 12/06, também conhecida pelo desonroso nome de "PEC do calote" – pela qual o Estado ganha o "direito" de jogar para as calendas gregas a obrigação de pagar dívidas reconhecidas em caráter irrecorrível pela Justiça, os chamados precatórios. Na última quarta-feira, graças aos votos de 328, a ausência de uma centena e a abstenção de alguns de seus 510 deputados, a Câmara Federal referendou o anteprojeto em primeira discussão, com quase nenhuma mudança fundamental em relação ao unanimemente aprovado pelo Senado em abril. Cumprida apenas mais a formalidade do segundo turno de votação, o que poderá se dar nos próximos dias, a PEC estará pronta para ser sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E, então, estará configurado o calote de cerca de R$ 100 bilhões – algo equivalente a quase quatro vezes o tamanho do Orçamento do Paraná deste ano – que os governos estaduais e municipais impõem contra o direito líquido, certo e irrecorrível de que são titulares milhões de brasileiros. Pela legislação atual, os credores de títulos judiciais perante os entes públicos podem requerer o valor que lhes é devido para recebimento até o último dia do exercício seguinte. Assim, terminado um processo, a Fazenda Pública deveria pagar o que deve até o final do ano seguinte, observada a ordem cronológica dos requerimentos. Muito embora esta seja a previsão legal, todos nós sabemos que ela não é cumprida – daí o absurdo acúmulo de precatórios pendentes, apesar das facilidades de prazo (dez anos!), parcelamento e juros que a Constituição Federal de 1988 já concedeu ao Estado.
Os bons índices de destinação no Estado são graças a parceria entre agricultores, distribuidores, cooperativas, indústria e poder público. Levantamento do inpEV – instituto que tem entre suas associadas as indústrias fabricantes de defensivos agrícolas – mostra que o volume de embalagens vazias de agrotóxicos destinadas pelas unidades de recebimento do Paraná de janeiro a setembro deste ano cresceu 6,5% em relação ao mesmo período de 2008. Foram encaminhadas ao destino final correto (reciclagem ou incineração) 3.603,3 t, contra 3.384,5 t referentes ao ano passado, fazendo do Estado um dos que mais retiram embalagens do campo, responsável por 16% do total destinado no país. Somente no mês de setembro, foram processadas 319,2 t de embalagens vazias de defensivos agrícolas.
A prefeitura de Curitiba está oferecendo curso gratuito de inglês com o objetivo de preparar 40 mil jovens para a Copa do Mundo 2014, além de criar novas oportunidades de negócios e consolidar a capital paranaense como uma opção de turismo internacional. Isso é visão de futuro.
A Comissão Especial para Revisão do Código Florestal Brasileiro se reuniu ontem para ouvir vários estudiosos sobre preservação ambiental, exploração florestal, mudanças climáticas, direito ambiental e ordenamento do território. Depois da matéria exibida no programa Fantástico, da Rede Globo, domingo passado, tratando sobre o derretimento das geleiras em todo o mundo, qualquer medida que vise a preservação ambiental ou não, precisa ser bem estudada.
Tramita na Comissão de Constituição e Justiça do Senado a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que transfere para a Assembleia Legislativa o direito de criar novos municípios, atribuição atualmente do Congresso Nacional. Se a PEC for aprovada, o Paraná pode ganhar 65 novos municípios. Dos 400 distritos existentes no Paraná, 65 têm mais de três mil habitantes, critério utilizado para garantir a emancipação. A medida preocupa a Associação dos Municípios do Paraná, já que a inclusão de cidades provocará uma divisão ainda maior dos recursos administrados pelas prefeituras. O presidente da Associação, Moacyr Fadel, diz que a medida só vai beneficiar a grupos políticos que pretendem arrumar mais cabides de empregos. O último distrito emancipado no Paraná foi o de Prado Ferreira, no norte do Estado, em 21 de dezembro de 1995.
Não bastasse o possível rompimento da aliança que elegeu o prefeito de Curitiba, Beto Richa, ainda no primeiro turno com uma sonora surra de votos, o PT e PDT tentam a todo custo celebrar uma espécie de noivado. O casamento, que seria a formalização da candidatura do senador Osmar Dias (PDT) ao governo com o aval do PT, fica só para junho, quando acontecem as convenções partidárias que vão definir as candidaturas. Até agora o relacionamento entre o PT e o senador vem sendo marcado por muitos conflitos. O pior de tudo, é que o PT quer defender o projeto "eleição de Dilma" e não ta nem aí com a eleição do Paraná. Como não tem quadros para enfrentar o pleito com candidatura própria, pouco se importa com o que aconteça com os parceiros. Assim é o que parece.
O senador Osmar Dias ganhou uma adversária difícil de roer no PT: animada pela possibilidade de concorrer ao governo pelo partido, Lygia Pupatto, ex-reitora da UEL (Universidade Estadual de Londrina) e atual secretária de Ciência e Tecnologia do governo de Roberto Requião (PMDB), está dizendo em entrevistas pelo Paraná que o Urtigão sempre esteve em campo oposto ao PT no Estado, o do agronegócio. Portanto, não faz sentido ser o candidato preferencial do partido ao governo. Informações sobre Lygia e a candidatura própria ao governo estão sendo distribuídas para a imprensa através do gabinete do deputado federal Dr. Rosinha. Se o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e sua mulher, Gleisi Hoffmann, presidente do PT no Paraná, tiverem mesmo liderança no partido, chegou a hora de segurar os cabritos nesta questão da candidatura ao governo.
O Clube do carneiro de Realeza comunica que a 4ª Festa do Carneiro acontecerá neste domingo, com qualquer tempo. O evento acontecerá no Bosque Municipal e cerca de 40 equipes participarão do concurso do Carneiro Assado onde serão avaliados pela Comissão Organizadora, os quesitos: tempero, melhor assado e aparência. Além de carne de carneiro, os organizadores terão carne bovina e suína, saladas e bebidas.
Na sexta-feira, 6, estiveram reunidos no Centro de Eventos, em Francisco Beltrão, os prefeitos filiados a AMSOP – Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná com o deputado federal Nelson Meurer que reafirmou seu compromisso de viabilizar recursos para a construção dos Centros Regionais de Especialidades das Associações Regionais de Saúde das microrregiões de Pato Branco (Associação Intermunicipal de Saúde - ASSIMS) e Francisco Beltrão (Associação Regional de Saúde do Sudoeste/PR - ARSS), conforme pleito apresentado aos deputados e senadores na última assembléia da AMSOP, no dia 30 de outubro. Estes recursos devem ser buscados através de Emendas Parlamentares Individuais privilegiadas no Orçamento da União para 2010 que está sendo analisado pelo Congresso nacional. Meurer faz parte da Comissão de Orçamento e acredita que isso pode ser viabilizado. Eis os nomes dos congressistas e seus valores que se comprometeram em arrumar o dinheiro para os CREs de Francisco Beltrão (no valor de R$ 4,5 milhões) – deputados federais: Nelson Meurer (PP) – R$ 1 milhão; Assis do Couto (PT) – R$ 1 milhão; Osmar Serraglio (PMDB) – R$ 500 mil; Dilceu Sperafico (PP) – R$ 200 mil; Moacir Micheletto (PMDB) – R$ 200 mil; Ricardo Barros (PP) – R$ 200 mil; Gustavo Fruet (PSDB) – R$ 200 mil; Abelardo Lupion (DEM) – R$ 200 mil; e os senadores: Osmar Dias (PDT) – R$ 500 mil; Flávio Arns (PSDB) – R$ 500 mil; Alvaro Dias (PSDB) – R$ 500 mil e Pato Branco (no valor de R$ 4 milhões) – deputados federais: Alceni Guerra (DEM) – R$ 1 milhão; Fernando Giacobbo (PR) – R$ 1 milhão; Wilson Picler (PDT) – R$ 500 mil; Ricardo Barros (PP) – R$ 200 mil; Gustavo Fruet (PSDB) – R$ 200 mil; Abelardo Lupion (DEM) – R$ 200 mil; e os senadores; Osmar Dias (PDT) – R$ 500 mil; Flávio Arns (PSDB) – R$ 500 mil; Alvaro Dias (PSDB) – R$ 500 mil. É bom lembrar aos leitores que isso é uma proposta, não é nada de prático, de confirmado. Como teremos eleições em 2010, os recursos federais e estaduais devem estar liberados para os municípios até junho de 2010. Seria hora de conferir se o pleito é eleitoreiro ou é sincero. Então, senhores deputados e senadores, mãos a obra. O tempo é curto para os políticos, mas já é longo para os eleitores. Em tempo. O deputado Alfredo Kaefer (PSDB) não aparece na lista dos que podem contribuir com a saúde do sudoeste.

Aposentados –


Ítems mais atuais:
Ítems mais antigos:

Adicionar comentário

Comente esta notícia! Mostre sua opinião para nós, ela é muito importante.


Código de segurança
Atualizar

2010 © Copyright - Jornal Novo Tempo ® - Todos os direitos Reservados - Fone: (46) 3542-1494 / 9975-2034
Proibida reprodução total ou parcial de qualquer mídia (escrita ou visual) sem previa autorização por escrito.
Hospedagem e Desenvolvimento do site: R3 Sistemas e BetoINFO Informática e Internet