Login no Site







Esqueceu seu login?
Sem conta ainda? Registrar

Pesquisa personalizada
 

Últimos Comentários

Bem aceito – As manifestações que recebemos por telefone, e-mails e pessoalmente, louvam o novo formato do Jornal Novo Tempo e sua grade noticiosa. O novo projeto gráfico ainda sofrerá algumas pequenas adaptações nestes próximos dias, mas a espinha dorsal é esta. Com este novo modelo, a notícia fica com fácil leitura e os espaços publicitários mais visíveis e de maior retorno aos empreendedores. Você pode opinar e participar do nosso jornal. Envie sugestões para o e-mail: redacao@jornalnovotempo.com.br.

 

Eleição na ADJORI-PR –

 

Tragédias –

Pesquisas –

 

Câmbio deve se manter -

 

Brasil: ‘bola da vez’ -

 

Eleição na cadeia -

 

Agronegócio -

 

Ex-guerrilheiros no poder –

 

Computadores a 100 dólares -

 

Escândalo –

 

Se de um lado, teremos computadores, estaremos no primeiro mundo, o Paraná, por iniciativa de alguns pais, iniciou uma boa discussão sobre a qualidade do ensino. Alunos são aprovados com notas baixíssimas, por reunião do Conselho de Classe. A suspeita (tem quem digas que é, mas não pode se pronunciar por medo de retaliações), é de que a ordem das aprovações tenha partido do governo do Estado para colocar o ensino num bom patamar dos índices de avaliação. Diante disso, como serão os nossos futuros administradores, políticos e orientadores? Antigamente, os pais cobravam empenho dos filhos. Hoje, temos pais que cobram notas boas dos professores para os filhos. É a inversão de valores. Coitados de nós!
O Ministério da Educação, finalmente, depois de mais de um ano de espera, vai comprar os laptops para distribuir aos alunos. Lado ruim: não saíram por cem dólares cada, e sim por trezentos (a CCE ganhou a concorrência com R$ 550 por unidade). Lado bom: apesar da demora, o governo conseguiu diminuir significativamente o preço (durante o processo, o menor preço oferecido chegou à casa de R$ 800). A chegada dos computadores às mãos dos alunos da rede pública é um grande passo para acabar no Brasil com o apartheid digital – esse mundo em que os cidadãos aptos para usar máquinas sofisticadas conseguem os melhores empregos e os melhores salários, deixando todos os outros para trás, comendo poeira e o pão que o diabo amassou. Filhos de "inimpregáveis", se mexerem em teclados e programas desde cedo, poderão ter uma chance melhor na vida. E é para isso que servem os governos. Nem tudo são flores: os computadores não vão chegar a todos por enquanto. E revelaram o quanto o Estado é lento para resolver problemas simples. A burocracia manteve os alunos na exclusão por mais um ano. E o caso todo dos computadores lembra o quanto o país está atrasado para pôr seus cidadãos no século 21: o dinheiro do Fust, um fundo de telecomunicações que deveria há anos ser usado para a inclusão digital só agora recebe sua destinação adequada.
Esta preocupação de um empresário argentino sobre os rumos políticos da região, vai dar o que falar. Segundo ele, a presidente da Argentina é ex-guerrilheira, o presidente do Uruguai é um ex-guerrilheiro, o presidente da Venezuela é um, digamos, ditador, o presidente da Bolívia tem raízes guerrilheiras e o Brasil está prestes a eleger uma ex-guerrilheira, Dilma Rousseft. O mérito da preocupação é a economia do MERCOSUL e suas políticas. Merece análise e acompanhamento.
O Paraná entra numa de suas maiores safras de grãos, com a expectativa de colher 20 milhões de toneladas de soja e milho, nossos dois principais produtos agrícolas. Pelo clima favorável, a agricultura sustenta, ao iniciar a colheita, a previsão lançada lá no plantio, em setembro do ano passado. No entanto, mesmo num ano bom para a produção no campo, o estado sabe que seu perfil agroeconômico está em transformação. Na safra passada, Mato Grosso passou à frente do Paraná na colheita de grãos. Alcançou 28,3 milhões de toneladas, considerando as 15 principais culturas, do algodão ao triticale. Enquanto isso, por causa da seca e dos períodos de chuva em excesso, as lavouras paranaenses renderam 24,9 milhões de toneladas, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Agora, os paranaenses tendem a recuperar a liderança, com uma vantagem de 29,6 milhões para 27,5 milhões de toneladas. Porém, as perspectivas do setor não são mais as mesmas. Ficou claro que, para seguir na linha de frente, é necessário manter apostas na agroindustrialização e na diversificação.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou uma resolução que prevê a instalação de seções eleitorais em penitenciárias para permitir o voto de presos provisórios. Entidades da sociedade civil afirmam que cerca de 150 mil detentos no Brasil podem ser beneficiados pela medida ainda neste ano. Mesmo a Constituição garantindo o direito de voto dos presos provisórios - presos que estão detidos em caráter preventivo ou cujas condenações ainda não são definitivas -, na prática, poucos deles têm acesso a meios de votação durante eleições. A nova resolução do TSE determina que "os juízes eleitorais, sob a coordenação dos tribunais regionais eleitorais, criarão seções especiais em penitenciárias, a fim de que os presos provisórios tenham assegurado o direito de voto". As novas regras deverão ser debatidas pelo plenário do TSE, que tem até o dia 5 de março para aprová-las.
Como os juros no Brasil são altos e, ao mesmo tempo, outros países cortaram a taxa básica de juros para estimular suas economias, os investidores colocam seu dinheiro aqui porque o país oferece segurança para investir e bons retornos. Além disso, a economia nacional tornou-se um ambiente mais confiável nos últimos tempos. A valorização do real é reflexo de o Brasil ter sido o último a entrar e um dos primeiros a sair da crise. Seria inevitável acontecer isso. E em 2010, a perspectiva é que esse cenário continue. O Banco Central brasileiro deve subir os juros a partir de março, antes do Fed [Federal Reserve, o banco central dos EUA], que deve fazê-lo só em 2011. Isso tornaria o Brasil ainda mais atrativo aos investidores estrangeiros.
Apesar das queixas do setor produtivo, que reclama que o real valorizado reduz a competitividade do país, especialistas analisam que o câmbio não deve sofrer um "choque" em 2010 para reduzir a apreciação da moeda local frente ao dólar norte-americano. Os analistas garantem que mexer no câmbio neste momento seria uma medida impopular, uma vez que o dólar baixo aumenta o poder de consumo da população. Além disso, dizem eles, as razões macroeconômicas que levaram o dólar a cair 25% em 2009 devem persistir neste ano, ainda que a cotação da moeda esteja sujeita a "solavancos" eventuais.
Começam a pipocar as primeiras pesquisas "oficiais". Nós que entramos neste ramo, temos a empresa Equilíbrio pesquisas, braço do Grupo de Comunicação Jornal Novo Tempo, somos seguidamente propostos a "fazer" uma pesquisa. Coisa corriqueira, nos parece, neste meio. A pesquisa tem que atender aos interesses dos contratantes, mas se o resultado não for o desejado, é descartada e geralmente, os interessados vão em busca de quem "forneça" o resultado. Assim foi nas eleições anteriores e assim será nesta eleição. Quem tiver mais dinheiro para pagar os grandes institutos, fará o resultado, infelizmente. E o povo vai na onda. Vota em quem está "na frente". Sabemos que aqui na região, todos os partidos irão tentar impedir a divulgação de pesquisas, que agora devem ser registradas no Tribunal Regional Eleitoral, quando se tratar de pesquisa à nível de Estado, e no Tribunal Superior Eleitoral, quando se tratar à nível nacional. Ou seja, dois ou três institutos irão controlar a eleição.
O que vimos no Haiti, no Rio Grande do Sul, em São Paulo, no Rio de Janeiro podemos concluir que somos uma pequena partícula neste universo sujeita a muitos reveses. O sofrimento, estampado no rosto das pessoas é inoperante perante as interpéries climáticas. Ninguém está isento, somos parte da natureza. O melhor de tudo, é a dedicação ao bem, ao amor ao próximo. O exemplo está na médica Zilda Arns. Se foi a matéria, mas fica o legado. Não se pode deixar de reconhecer o trabalho dos militares que ao deixar suas famílias, as boas acomodações e as belezas da Pátria Brasil, se dedicam a um povo que tem esperança e que sonha com um mundo melhor. Diante disso, a maior tragédia humana é quando se morre e alguém diga: "vai tarde". Você pode mudar a sua história, enquanto que a natureza tem as suas "pegadinhas", muitas vezes, de muito sofrimento. Que as imagens e o sofrimento das várias tragédias, causem em nós, reflexão e humildade.
Nesta sexta-feira, 22, em Foz do Iguaçu, acontece a eleição da nova diretoria da Associação dos Jornais e Revistas do Estado do Paraná – ADJORI-PR. Durante dois anos e meio, o diretor do Jornal Novo Tempo, Sérgio Jonikaites, presidiu a entidade que conta com 72 jornais e duas revistas do Paraná, filiados. Antes, Sérgio foi por dois anos, 1º tesoureiro da Adjori-PR. Os jornais e revistas paranaenses terão pela frente grandes desafios e o Jornal Novo Tempo deu a sua contribuição para o reconhecimento da imprensa escrita, principalmente no interior do Paraná e continuará dando no Estado e no Brasil. Sérgio também é vice-presidente da Adjori-Brasil.

A solidariedade diante das tragédias, dá a dimensão do amor que norteia os nossos povos.

 


Ítems mais atuais:
Ítems mais antigos:

Adicionar comentário

Comente esta notícia! Mostre sua opinião para nós, ela é muito importante.


Código de segurança
Atualizar

2010 © Copyright - Jornal Novo Tempo ® - Todos os direitos Reservados - Fone: (46) 3542-1494 / 9975-2034
Proibida reprodução total ou parcial de qualquer mídia (escrita ou visual) sem previa autorização por escrito.
Hospedagem e Desenvolvimento do site: R3 Sistemas e BetoINFO Informática e Internet